Sábado, Maio 18, 2013
Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal
   
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FNPDA

Internacionais

Tráfico de animais movimenta R$ 39 bilhões por ano no mundo, diz ONG

 
Relatório divulgado pelo WWF diz que dinheiro fortalece redes criminosas.
Além disso, segundo a ONG, a prática acelera a extinção de espécies.

Do Globo Natureza, em São Paulo
Relatório divulgado nesta quarta-feira (12) pela organização não governamental WWF aponta que o comércio ilegal de animais selvagens representa cerca de US$ 19 bilhões anuais (cerca de R$ 39 bilhões), dinheiro que fortalece redes criminosas, compromete a segurança de países e ameaça a saúde da população. Além disso, segundo a ONG, a prática acelera a extinção de espécies.

Segundo o documento apresentado em encontro com embaixadores realizado na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o comércio ilegal de animais selvagens ocupa a quarta posição no ranking de transações ilegais, que inclui ainda a falsificação de produtos e o tráfico de seres humanos.

Para o WWF, os lucros obtidos pelo tráfico de animais selvagens são “utilizados para comprar armas e financiar conflitos civis”. O documento aponta ainda que o dinheiro proveniente da prática criminosa ajuda a financiar células terroristas em países africanos instáveis, ameaçando a segurança nacional. Ainda segundo a ONG, rotas utilizadas para o transporte de animais são aproveitadas por outros comércios ilegais, como o tráfico de drogas.

Exemplar de rinoceronte-indiano que foi atacado por caçadores na Índia e teve seu chifre retirado (Foto: AP)

Implicações para a biodiversidade

O relatório informa que o tráfico ilegal de animais selvagens pode causar danos irreversíveis à biodiversidade. Ele cita que recentemente houve uma drástica redução da população de muitas espécies silvestres de alto valor comercial, como elefantes que vivem em florestas do Congo, o rinoceronte-de-Sumatra, o rinoceronte-de-Java e o elefante-asiático.

Outra associação feita ao comércio de espécies, legal ou ilegal, é a introdução de animais invasores, que prejudicam a cadeia alimentar de um determinado ecossistema. Um exemplo é a introdução de cobras da espécie píton-birmanesa nos Estados Unidos.

Levantamento recente feito por cientistas afirma que a invasão de cobras no sul da Flórida tem contribuído para o desaparecimento de pequenos mamíferos na região, antes detectados com maior frequência.

Cobra píton-birmanesa capturada em 2009 no Parque Everglades, na Flórida. A serpente tinha cerca de 5 metros de comprimento. (Foto: University of Florida, Michael R. Rochford/AP)

Implicações à saúde

O tráfico de animais também pode estabelecer um mecanismo de transmissão de enfermidades em escala global. De acordo com o relatório, quase 75% das novas doenças infecciosas que atingem os seres humanos são de origem animal, sendo que a maioria delas se originaram na vida silveste.

Combate ao crime internacional


Os entrevistados para o relatório apontam que o tráfico de animais é quase sempre visto pelos governos como que exclusivamente um problema ambiental, não sendo tratado como um crime transnacional e de questão jurídica.

“Não é apenas uma questão de proteção ambiental, mas também de segurança nacional. É tempo de colocar fim a esta ameaça profunda para o Estado de Direito”, explica Jim Leape, diretor do WWF Internacional, em comunicado divulgado pela ONG.

http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/12/trafico-de-animais-movimenta-r-39-bilhoes-por-ano-no-mundo-diz-ong.html

 

Rinocerontes são levados da Grã-Bretanha para África para preservar espécie

 

Três rinocerontes foram transportados da Inglaterra até uma reserva na África, onde eles se tornarão os novos reprodutores

BBC



A população de rinocerontes na Grã-Bretanha vem sofrendo uma grande queda nos últimos anos. Grupos criminosos matam os animais para vender os chifres.

Para tentar diminuir o problema, uma organização de defesa do meio ambiente britânica, a Aspinall Foundation, está levando rinocerontes de Kent, na Inglaterra, para uma reserva na Tanzânia.

A viagem é longa e complicada, mas, três deles conseguiram chegar ao local onde se tornarão os novos reprodutores.

A expectativa dos ambientalistas é a de que haja um aumento na população local e até mesmo a de que os rinocerontes vindos da Inglaterra possam ser soltos no futuro.

http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2012/12/04/rinocerontes-sao-levados-da-gra-bretanha-para-africa-para-preservar-especie.htm

Nota FNPDA: Estão voltando para onde nunca deveriam ter saído, esperamos que a reserva paraa qal os estejam levando não seja alguma na qual os caçadores possam matar pagando uma taxa a pretexto de contribuição para a preservação da vida selvagem.

 

   

França: mais de mil pessoas lotam as ruas de Paris em protesto contra o uso de peles

 
Do sapato de couro aos casacos de pele: tudo muito cruel


Ativistas e simpatizantes apoiaram a proibição do uso de peles de animais e lotaram as ruas da capital francesa no último sábado (24). A chamada “Marche Contre La Fourrure” (“Marcha Contra a Pele”, em português), usou artifícios criativos e performances de atores fantasiados para chamar a atenção para a crueldade sofrida pelos animais da indústria das peles.



Comuns nos rigorosos invernos europeus, os casacos de pele ainda encontram muitos consumidores dispostos a pagar milhares de euros por retalhos obtidos com inimaginável crueldade. Infelizmente, ainda é um problema que mata milhões de animais por ano. No Brasil, embora não seja tão comum o uso de casacos de peles pesados como os feitos com raposa, os tecidos produzidos com pele de bois mortos pela indústria da carne movimentam bilhões de reais e uma indústria catastrófica para os animais e para o meio ambiente.

O objetivo da manifestação é a conscientização da sociedade sobre este mercado e o boicote de empresas que matam animais.

 
   

ONG de jovem ator americano evita morte de 20 mil animais de estimação

 
'Kids Against Animal Cruelty' incentiva adoção de pets abandonados.
Lou Wegner, de 16 anos, fundou organização de animais há dois anos.

Do Globo Natureza
O jovem ator Lou Wegner, que fundou ONG para ajudar a adoção de animais (Foto: Damian Dovarganes/AP)

Uma organização criada por um jovem cantor e ator americano de 16 anos já evitou a morte de mais de 20 mil animais de estimação por eutanásia desde 2010, incentivando que os pets sejam adotados, informaram agências internacionais nesta terça-feira (27).

Fundador da "Kids Against Animal Cruelty", Lou Wegner começou a atuar como ativista pelo direito dos animais quando tinha 14 anos, de acordo com as agências. A organização, que é de Ohio, nos EUA, encoraja a adoção de animais abandonados ou deixados em abrigos.

No perfil do Facebook da "Kids Against Animal Cruelty", a entidade afirma "promover a bondade entre as pessoas, os animais e o planeta". Wegner atuou no filme "Curvas da Vida" ("Trouble with the Curve", no título em inglês), produção de 2012 protagonizada por Clint Eastwood.

O adolescente americano com a cachorra Pearl, tirada por ele de um abrigo (Foto: Damian Dovarganes/AP)
 
   

Filhotes raros de leões brancos são vendidos para trabalhar em circo japonês

 

Na contramão de tudo o que se prega na defesa dos animais, quatro filhotes raros de leão branco nascidos em um parque safari do Reino Unido foram enviados para trabalhar no Circo do Japão Kinoshita.

Em circo, minha gente, em geral os bichos vivem em cubículos imundos, apanham, têm garras e dentes arrancados, levam uma vida escrava e morrem depressivos. Lamentável.

As instituições de proteção estão revoltadas. Os bebês nasceram no West Midlands Safari Park, que forneceu os bichos a um empresário, e este os treinou e vendeu ao circo.

Outros leões britânicos já foram enviados para circos, sendo que um deles voltou ao zoológico, depois de desenvolver uma doença originada no sistema nervoso que causa a queda da juba.

Esses bebês foram parar nas mãos do empresário britânico Jim Clubb, que dirige Amazing Animals, que também atende pelo nome de Heythrop Zoological Gardens.

De acordo com a organização de proteção animal britânica CAPS, esse parque safári tem laços estreitos com o empresário.

— É uma traição terrível das pessoas que confiam no zoológico como um local de proteção aos animais. Mas, o mais importante, é uma traição aos filhotes de leão, que parecem ter sido abandonados a esse destino pelo West Midland Safari Park.

O safari nega tudo. O local atrai 1,3 milhões de visitantes por ano.

Fonte – com informações do Mail Online

Chicote a postos, leões do Circo do Japão Kinoshita 'aprendem' truques com domador e deixam de ser leões.

   

EUA procuram autores de matança de golfinhos

 
EPA

Os EUA procuram os autores de um massacre de golfinhos. Durante o ano corrente, vários corpos mutilados destes amigáveis mamíferos marinhos foram encontrados na costa dos estados meridionais do país.

Nas águas do golfo do México foram mortos, pelo menos, seis golfinhos, cujos corpos mutilados foram jogados na costa de Louisiana, Mississippi e Alabama.

O Fundo de Proteção de Animais norte-americano anunciou uma recompensa de US$ 5.000 por informação que possa levar a polícia à pista dos criminosos.
 
   

Projeto procura ajuda para conservar burro português

 

Está a decorrer uma campanha de financiamento coletivo que quer "Conservar os Burros ajudando as Pessoas". O projeto, que quer preservar o burro português, realçando a sua importância na cultura do nosso país, pretende também iniciar um programa pioneiro em Portugal de asinoterapia - terapia feita com o auxílio destes animais - para melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência.
 
Com a mecanização da agricultura e o desenvolvimento dos transportes, os burros perderam a sua utilidade e encontram-se, atualmente, em vias de desaparecimento. Porém, há quem não queira deixar que o animal desapareça de vez da nossa paisagem rural, fazendo esquecer "toda uma história de cumplicidade e afetos que marcou gerações e deixou traços profundos na cultura e tradição portuguesa".
 
O objetivo dos mentores da iniciativa, resultado de uma coordenação de esforços entre a Associação Burricadas e a Reserva de Burros, é chegar aos 35.000 dólares (cerca de 27.000 euros) mas, a 24 dias do final da campanha, ainda só estão reunidos 2.000 (perto de 1.500 euros), pelo que se têm multiplicado as tentativas de divulgação.
 
Na página da campanha de financiamento coletivo, Diogo Pimenta, Rute Candeias e Jorge Falcão, três dos rostos por detrás do projeto, explicam que o propósito do programa é "contribuir para a conservação do burro através da valorização do seu potencial terapêutico e educacional, zelando simultaneamente pelo bem-estar humano e animal".
 
Se conseguirem juntar o montante ambicionado, os responsáveis propõem-se construir, em Mafra, num terreno com 3 hectares, o "Parque dos Burros", um espaço de pastagens e abrigos para 40 animais desta espécie. Além disso, pretendem dar continuidade à "missão de acolher burros abandonados ou a necessitar de cuidados especiais", aumentando a capacidade de resposta.

Centro de terapia para ajudar pessoas com deficiência
 
Será ainda criado um espaço de asinoterapia - o ASINUS - com instalações apropriadas para deficientes e com boas condições de acessibilidade. Nesse local será possível organizar sessões de terapia com estes animais, utilizando "o burro como terapeuta graças às especificidades físicas e comportamentais que o caraterizam", nomeadamente a docilidade e a paciência.
 
A técnica, que deu os primeiros passos na Bélgica nos anos 70, ajuda a beneficiar "pessoas com diversos tipos de perturbação, desde crianças a idosos, desde o indivíduo que se encontra com desordens a nível emocional, em estado de depressão ou ansiedade, até ao doente com deficiência profunda", desde pacientes com autismo a pessoas com dificuldades de aprendizagem e fala.
 
Segundo a equipa, a asinoterapia permite melhorar "a tonicidade muscular e a consciência corporal", mas também o equilíbrio, a autoestima e a confiança, bem como "diminuir o stress e a agressividade, aumentar a capacidade de concentração", entre outras vantagens.
 
A Reserva de Burros e a Associação Burricadas estão ainda a organizar a exposição "Vozes de Burro Chegam ao Céu?", a inaugurar no próximo dia 1 de Dezembro no Centro de Ciência Viva de Sintra, que vai dar aos visitantes a oportunidade de participar em diversas atividades relacionadas com o burro, de visionar um pequeno filme sobre a situação da espécie e ainda interagir com dois destes animais.
 
As contribuições efetuadas em prol da campanha de financiamento coletivo recebem, independentemenete do montante - dos 5 dólares (3,86 euros) aos 1.000 dólares (772,37 euros) - várias contrapartidas simbólicas, que vão desde um e-mail de agradecimento ou um diploma de agradecimento digital a um fim-de-semana no Parque dos Burros com a gravação do nome no mural de co-fundadores do Centro de Terapia Assistida com Burros.
 
Clique AQUI para aceder à página da campanha onde poderá fazer sua contribuição.

[Notícia sugerida por Vítor Fernandes]
 
   

Segundo estudo, contato desde o início com animais domésticos aumenta a imunidade da criança

 
Estudo realizado pelo Hospital Universitário Kuopio, na Finlândia, revelou que os cachorros podem beneficiar os bebês, aumentando a imunidade das crianças contra problemas respiratórios e infecções.

A pesquisa foi realizada com 397 crianças nascidas no hospital entre setembro de 2002 e maio de 2005 durante seus primeiros anos de vida. Constatou-se que os bebês que tinham cachorros ou gatos tiveram menos infecções no ouvido, entupimento de nariz e tosse. E também precisaram de menos antibióticos.

A razão para isso é que os cães levam sujeira e germes para dentro de casa, amadurecendo mais rapidamente o sistema imunológico e aumentando o sistema de defesa das crianças.

Crianças sem contato cachorro em casa eram saudáveis em 65% do tempo em comparação com 76% daquelas que tinham um animal de estimação. Bebês que convivem com cães tinham 44% menos chances de ter infecções de ouvido e 29% menos necessidade de usar antibióticos.

Crianças que passam de 0 a 6 horas diariamente com um cachorro têm menos chances de ficarem doentes.
 
Fonte: R7
   

Fiona Apple cancela concertos para acompanhar os últimos dias da cadela

 
Cantora explica aos fãs em longa carta o motivo que a leva a cancelar concertos.
 

Fiona Apple vai cancelar concertos na África do Sul, México e Brasil para acompanhar os últimos dias da companheira de quatro patas, que se encontra doente.

Numa carta manuscrita a cantora conta que a sua cadela pitbull, Janet, está doente há cerca de dois anos com um tumor no peito. A cadela foi encontrada na rua em 1998, com feridas na cara e nas orelhas, presumindo-se que tivesse sido um animal de combate. "Mas pacifista", acrescenta a cantora.

A carta é longa e emotiva e são descritos episódios de uma cumplicidade de 14 anos. "Tive-a quando eu tinha 21 anos, já era uma adulta. Era como uma filha", refere. "Dormia na cama comigo, a cabeça dela sobre a almofada, e suportou-me cada vez que eu estive devastada emocionalmente, ou apenas perdida. À medida que os anos avançaram, deixou-me desempenhar o papel de filha, inclinado o seu queixo sobre a minha cabeça", prossegue.

"Ela ficava por baixo do piano enquanto eu compunha canções. Ladrava sempre que tentava gravar alguma coisa. E esteve comigo em estúdio quando gravei o último álbum", explica Fiona, referindo-se a The Idler Wheel , lançado este ano.

"Não posso ir à África do Sul. Não agora", refere a cantora antes fazer um pedido de compreensão aos fãs. "Por vezes preciso de vinte minutos para decidir que meias calçar, mas esta decisão é rápida. Há escolhas que fazemos que nos definem", acrescenta.

PC
Foto: Getty Images
 
 

Leia a carta manuscrita (em inglês)


It's 6pm on Friday,and I'm writing to a few thousand friends I have not met yet.

I am writing to ask them to change our plans and meet a little while later.

Here's the thing.

I have a dog Janet, and she's been ill for almost two years now, as a tumor has been idling in her chest, growing ever so slowly. She's almost 14 years old now.I got her when she was 4 months old. I was 21 then ,an adult officially - and she was my child.
She is a pitbull, and was found in Echo Park, with a rope around her neck, and bites all over her ears and face.
She was the one the dogfighters use to puff up the confidence of the contenders.
She's almost 14 and I've never seen her start a fight ,or bite, or even growl, so I can understand why they chose her for that awful role. She's a pacifist.
Janet has been the most consistent relationship of my adult life, and that is just a fact.
We've lived in numerous houses, and jumped a few make shift families, but it's always really been the two of us.
She slept in bed with me, her head on the pillow, and she accepted my hysterical, tearful face into her chest, with her paws around me, every time I was heartbroken, or spirit-broken, or just lost, and as years went by, she let me take the role of her child, as I fell asleep, with her chin resting above my head.
She was under the piano when I wrote songs, barked any time I tried to record anything, and she was in the studio with me all the time we recorded the last album.
The last time I came back from tour, she was spry as ever, and she's used to me being gone for a few weeks every 6 or 7 years.
She has Addison's Disease, which makes it dangerous for her to travel since she needs regular injections of Cortisol, because she reacts to stress and to excitement without the physiological tools which keep most of us from literally panicking to death.
Despite all of this, she’s effortlessly joyful and playful, and only stopped acting like a puppy about 3 years ago.
She's my best friend and my mother and my daughter, my benefactor, and she's the one who taught me what love is.
I can't come to South America. Not now.
When I got back from the last leg of the US tour, there was a big, big difference.
She doesn't even want to go for walks anymore.
I know that she's not sad about aging or dying. Animals have a survival instinct, but a sense of mortality and vanity, they do not. That’s why they are so much more present than people.
But I know that she is coming close to point where she will stop being a dog, and instead, be part of everything. She’ll be in the wind, and in the soil, and the snow, and in me, wherever I go.
I just can't leave her now, please understand.
If I go away again, I’m afraid she'll die and I won't have the honor of singing her to sleep, of escorting her out.
Sometimes it takes me 20 minutes to pick which socks to wear to bed.
But this decision is instant.
These are the choices we make, which define us.
I will not be the woman who puts her career ahead of love and friendship.
I am the woman who stays home and bakes Tilapia for my dearest, oldest friend.
And helps her be comfortable, and comforted, and safe, and important.
Many of us these days, we dread the death of a loved one. It is the ugly truth of Life, that keeps us feeling terrified and alone.
I wish we could also appreciate the time that lies right beside the end of time.
I know that I will feel the most overwhelming knowledge of her, and of her life and of my love for her, in the last moments.
I need to do my damnedest to be there for that.
Because it will be the most beautiful, the most intense, the most enriching experience of life I've ever known.
When she dies.
So I am staying home, and I am listening to her snore and wheeze, and reveling in the swampiest, most awful breath that ever emanated from an angel.
And I am asking for your blessing.

I'll be seeing you.

Love, Fiona



Fonte: https://www.facebook.com/fionaapple

   

Café mais caro do mundo guarda traços de crueldade animal

 
Produção do Kopi Luwak, bebida feita a partir das fezes de um mamífero chamado civeta, tem forçado os animais a uma situação debilitante, revela reportagem do The Guardian

Vanessa Barbosa, de EXAME.com
Os grãos de café são extraídos das fezes do civeta e higienizados, conferindo um sabor suave e caramilizado, segundo seus apreciadores - Creative Commons/ Flickr.com/photos/dboy

Quanto vale um café produzido a partir de fezes e doses de crueldade animal? A pergunta, que parece de mau gosto, tem seu por quê. Segundo uma reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian nesta segunda-feira, o café Kopi Luwak, dono da fama de mais caro do mundo, pode esconder maus-tratos aos animais.

Isso porque a produção da bebida - feita na Indonésia a partir das fezes de um mamífero chamado civeta - tem forçado os animais a uma situação debilitante e que vem sendo denunciada por grupos de proteção aos animais.

De acordo com o jornal, o aumento da procura por esse café raro tem levado os produtores a confinar os civets em jaulas e alimentá-los compulsoriamente a fim de garantir uma produção “em massa” dos grãos gourmet. Os grãos de café são extraídos das fezes do civeta e higienizados, conferindo um sabor suave e caramilizado, segundo seus apreciadores. Nos EUA, o preço do quilo pode passar de mil reais.

Não para aí. Grupos conservacionistas ouvidos pelo jornal disseram que algumas espécies em extinção do animal estão sendo submetidas a esse tratamento, como o binturong, considerado “vulnerável” pela IUCN. "Os civetes são retirados do meio natural e têm de suportar condições horríveis. Eles lutam para ficar juntos, mas são separados e têm de suportar uma dieta muito pobre em gaiolas muito pequenas”, denucia ao jornal Chris Shepherd, da Ong Traffic.

O Guardian visitou uma loja de café na ilha de Sumatra, onde um civet fêmea era mantido em uma jaula apertada na parte de trás das instalações. Sua prole de dois jovens foram separados dela. Outra 20 gaiolas estavam dispostas sobre telhado da loja, longe dos olhos do visitante comum

A preocupação com o bem estar dos animais já soa o alarme entre grandes conhecedores da bebida. Em outubro, o especialista em café Oliver Strand, que escreve para o New York Times, afirmou em uma entrevista à NPR: “O problema é que ele [café] se tornou um bem de luxo tão desejado que os produtores começaram a enjaular os animais e alimentá-los com grãos que não estão maduros". E resume: "Há um mercado 'fetichizado' para o café que tem incentivado práticas menos éticas".
 
   

Paul McCartney pede "anistia" ao peru no Dia de Ação de Graças nos EUA

 
Ex-Beatle se uniu à Peta para pedir que as pessoas digam "não" à ave no tradicional feriado americano

AFP - Agence France-Presse   

O ex-Beatle Paul McCartney, famoso vegetariano, se uniu à associação de defesa dos animais Peta para pedir aos americanos que digam "não" ao tradicional peru que é consumido no dia de Ação de Graças, na próxima quinta-feira, 22, no qual, segundo as estimativas, 45 milhões destas aves serão degustadas.

O músico britânico pede que digam "'não obrigado' ao peru" em uma camiseta que apresenta o slogan junto ao desenho do animal, no site da associação Peta (People for the Ethical Treatment of Animals).

Ao mesmo tempo convoca para que se fale "sim" às "comidas deliciosas e onde não se exerce crueldade" sobre os animais. A página também oferece receitas vegetarianas para as festas. Mais de 45 milhões de perus estarão na quinta-feira nas mesas da maioria dos lares americanos para esta festa tradicional.
 
   

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