Terça, Maio 21, 2013
Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal
   
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Internacionais

Portugal: Manifestação junto ao Parlamento em defesa dos animais

 
Manifestantes estiveram hoje junto ao Parlamento a exigir uma nova lei de defesa dos direitos dos animais.

Cerca de uma centena de pessoas concentrou-se hoje à tarde frente à Assembleia da República, em Lisboa, para reivindicarem a aprovação de uma nova lei de proteção dos animais.

Na atual legislação, os animais têm os mesmos direitos do que uma cadeira, porque são equiparados aos bens móveis, exemplificou, em declarações aos jornalistas, a presidente da Associação Animal, que promoveu a manifestação.

Rita Silva exige que os maus tratos aos animais passem a ser sempre considerados crime, já que atualmente isso só sucede se tiverem dono, caso contrário a lei não o permite.

Um dos exemplos "mais comuns" das torturas infligidas a animais é o abuso sexual, de que a presidente da Associação diz receber relatos diariamente "sem que nada aconteça".

"Não acontece nada porque as pessoas sabem que estão impunes", lamentou a ativista.

"Circos ideais não têm animais"

A Associação Animal entregou no Parlamento, na quinta-feira, cerca de 40 mil assinaturas a reivindicar a aprovação de legislação que proteja os direitos dos animais, propondo, entre outras medidas, acabar com o uso de animais nos circos e o fim das touradas.

"Circos ideais não têm animais" e "tourada em Portugal é vergonha nacional" foram algumas das palavras de ordens gritadas pelos manifestantes que se concentraram junto ao Parlamento.

Rita Silva discorda que o período de austeridade que se vive seja justificação para o aumento das situações de abandono de animais ocorridas no país.

Pelo contrário, "a austeridade tem sido uma boa desculpa para descartar os elementos da família que não são humanos", defendeu.

Defesa de punição para os maus tratos

A ativista propõe ainda que a alimentação para animais "deixe de ser taxada como um bem de luxo" ao nível dos impostos e exige também a inclusão das despesas com a sua saúde na declaração de IRS dos donos.

Entre as mudanças que gostaria de ver concretizadas, Rita Silva propõe que as "verbas usadas para abater animais" passem a ser investidas na sua esterilização.

A atriz São José Lapa, uma das defensores dos direitos dos animais presentes na iniciativa, disse aos jornalistas que os maus tratos aos animais retratam uma sociedade onde a "boçalidade impera". "Se se tratam mal os idosos e as crianças, como não se há de tratar os animais", questionou.

A artista defende a aplicação de "leis punitivas" para os maus tratos infligidos aos animais e condena que se continuem a comprar exemplares por "quantias colossais" para depois serem abandonados.
 


 

Portugal: Os animais também são vítimas da crise


Há cada vez mais animais abandonados em Portugal

Por: tvi24
As dificuldades económicas das famílias atingem cada vez mais os seus animais de estimação e fazem aumentar o número de cães e gatos abandonados ou deixados nas instituições que, sobrelotadas, apelam à adoção de um «amigo de quatro patas».

O Dia Mundial do Animal, que se assinala esta quinta-feira, é aproveitado para chamar a atenção para os efeitos da crise: «o número de pessoas a pedir para [alguém] ficar com o seu animal tem crescido imenso», assim como o número de pessoas a abandonar, «num ato de desespero», disse a presidente da Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais em declarações à Lusa.

As associações «já não comportam mais animais, estão sobrelotadas», assim como os serviços das câmaras municipais dedicados a esta área, igualmente muito requisitados.

A Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais organiza no próximo fim de semana um encontro em Belém, em Lisboa, visando o convívio entre donos e amigos dos animais, mas também a adoção fomentada por mais de 20 associações.

Também a assinalar o dia, a associação ANIMAL vai entregar esta quinta-feira, mais de 40 mil assinaturas na Assembleia da República por uma «nova lei de proteção dos animais em Portugal».

«Não é uma causa de esquerda nem de direita, é uma causa que nos diz respeito a todos porque a proteção dos animais de um país é da responsabilidade de todos, independentemente da sua cor política», disse a presidente da ANIMAL à Lusa.

Para Rita Silva, «hoje começa mais uma fase desta importante campanha», com a entrega destas 40 mil assinaturas.

"Sabemos que a maioria da população está connosco nesta luta e que sabe que os animais são o 'elo mais fraco' de uma sociedade em crise", disse.
   

Congresso da Costa Rica aprova projeto que proíbe caça esportiva

 
Cientistas e indígenas ainda poderão capturar animais em alguns casos. País proíbe animais em circos e tem um quarto do território sob proteção.

G1
A Costa Rica aprovou na noite desta terça-feira (2) uma mudança da lei que proíbe a caça esportiva. O projeto  chegou ao Legislativo do país por meio de um sistema de iniciativa popular, e manifestantes no entorno do Congresso pediram pela aprovação ao longo do dia.

A reforma da Lei de Vida Silvestre recebeu 41 votos a favor e cinco contra, de um total de 57 deputados. Após um segundo debate na quinta-feira, o texto deve ser assinado pela presidente da Costa Rica, Laura Chinchilla.

“A Costa Rica é o primeiro país na América Central a aprovar uma lei de iniciativa popular”, comemorou a Associação Preservacionista da Flora e da Fauna Silvestres, uma organização não governamental que atua no país. Mais de 177 mil cidadãos assinaram o pedido do projeto.

O projeto permite a caça de animais apenas para pesquisa científica, subsistência de povos indígenas e controle de pragas. Segundo os criadores, a reforma não afeta a pesca esportiva nem a artesanal, que seguem sob a tutela do Instituto Costarriquenho de Pesca e Aquicultura.

A decisão reforça a imagem da Costa Rica como um país “verde”. Um quarto do território fica sob regime de proteção ambiental. Há uma década, a utilização de animais silvestres em circos foi proibida.
   

Ativista brasileiro salva golfinhos japoneses

Oksana Lazarenko       
© Flickr.com/ voyages provence /cc-by 3.0

Em setembro começou a temporada de caça de golfinhos em Taiji (Japão). A organização internacional Sea Shepherd Conservation Society continua a lutar contra os caçadores com a ajuda de ativistas de todo o mundo.
O Sea Shepherd Brasil-Guardiões do Mar enviou o seu cove guardian, Guilherme, para “fazer um trabalho louvável representando todos nós brasileiros”.

É importante entender que esta luta nao é apenas contra os caçadores. Ao mesmo tempo, é uma luta contra as autoridades de Japão, que estão acostumadas a crer que a caça de golfinhos é uma tradição japonesa. Um dos mais importantes defensores dos golfinhos, o fundador da Sea Shepherd Conservation Society, capitão Paul Watson, agora está sendo acusado pela sua atividade. Aparentemente, foi enviado um alerta vermelho para 190 países a fim de estarem atentos a ele. A Costa Rica quer julgá-lo pelo crime de salvar tubarões. No dia 14 de setembro (temporada de caça em Taiji) o Japão pediu oficialmente a sua prisão pelo crime de proteger as baleias.

“Os japoneses estão desesperadamente perturbados porque nós os impedimos de matar baleias... Não há dúvida de que isso tudo foi causado pelas nossas intervenções bem-sucedidas contra as atividades baleeiras ilegais no Oceano Antártico, nas águas do Japão, local onde esses baleeiros perderam dezenas de milhões de dólares e foram severamente humilhados por nós”, - disse capitão Paul Watson em uma entervista publicada no site oficial da Sea Shepherd.

Entre numerosos seguidores de Paul Watson há alguns representantes da Sea Shepherd Brasil-Guardiões do Mar.

Em setembro, as páginas oficiais da Sea Shepherd Brasil em redes sociais tornaram-se verdadeiras reportagens ao vivo de Taiji. Os tweets contavam: “5-6 golfinhos nariz-de-garrafa ainda nadando na enseada, vivos até agora”, “Todos os 12 barcos assassinos voltaram ao porto de Taiji. Nenhum golfinhos será morto hoje”, “Ajudem-nos a manter o Guilherme em Taiji defendendo os golfinhos…”

Guilherme é um talentoso cove guardian, enviado pela Sea Shepherd Brasil ao Japão para ajudar na proteção dos golfinhos. “Na temporada passada, quando Guilherme viajou à sua custa para o Japão, a atividade dos cove guardians ajudou reduzir o massacre em 60%”, - contou a Sea Shepherd Brasil aos seus fãs na sua página no Facebook.

Guilherme já está no Japão. Mas a temporada de caça dos golfinhos dura 6 meses, os custos de alojamento, alimentação e transporte no Japão são muito altos e, por isso, a organização está pedindo doações (de 10 reais por pessoa) para que ele possa permanecer em Taiji o maior tempo possível.

“O Guilherme está em Taiji, juntamente com os outros Sea Shepherds, para documentar a matança, através de filmes, fotos e entrevistas para a mídia de todo o mundo, além de mostrar os japoneses que gastam todos os dias mais dinheiro para esconder esta barbárie”, - explicou Sea Shepherd Brasil-Guardiões do Mar aos seus simpatizantes.

Os ativistas brasileiros mostraram toda sua generosidade. Muitas respostas foram assim:

Lyle Scherer: Fiz minha contribuição para você, pequena mas de coração...

Beto Rabelo: Está na conta... Força aí Guilherme!!!

Valéria Costa: Tive a honra de poder contribuir... obrigada por me representar nessa luta que é de todos os habitantes desse planeta... que os regentes da paz e da misericórdia te acompanhem!

Maria Cristina: Números são apenas números... a Sea Shepherd não precisa de 1milhão de membros apoiadores, se nem metade de fato faz alguma coisa... e digo "alguma coisa" não só nesse caso específico da doação... vamos à luta, sejamos persistentes! Se não podemos estar lá, daremos o apoio total a quem está "nos representando".

Herbert Wagner: Pessoal como posso ajudar a quilômetros de distância?? Pois não me conformo com o que está acontecendo no Japão. Guilherme você está de parabéns e o Sea Shepherd também por nos manter informados sobre o que está ocorrendo, força para vocês.

A voluntária do Sea Shepherd Brasil Camila Sampaio contou: “Finalizo meu mês de trabalho voluntário para a Sea Shepherd com a arrecadação de 2.700 reais (a maioria já está lá na vakinha, assim que receber os 500 reais finais repasso). Tenho certeza que os outros Shepherds ajudarão com o restante”.

A luta contra caçadores japoneses está continuando.
 
 
   

Dakota do Norte vota medida que torna crime violência a animais

Fotos: Facebook/Reprodução
Cão pede que todos votem a favor da Medida 5 - Foto: Facebook/Reprodução
Cãozinho pede que todos votem a favor da Medida 5 - Foto: Facebook/Reprodução
 
Na Dakota do Norte, Estados Unidos, uma medida para proteção dos animais será votada em novembro.

Cão pede que todos votem a favor da Medida 5 - Foto: Facebook/Reprodução

Conhecida como "Measure 5" (Medida 5), ela tornaria as mais extremas formas de crueldade contra animais em um crime de classe C. Incêndio culposo, sequestro, dirigir embriagado e agressão sexual são comumente considerados crimes de classe em C em grande parte dos Estados Unidos. Além disso, se condenada, a pessoa pode ser proibida de possuir qualquer animal de estimação por até 5 anos.

Cão pede que todos votem a favor da Medida 5 - Foto: Facebook/Reprodução

Como parte da campanha para a votação, donos de animais postaram fotografias nas redes social com seu animais pedindo que todos votem a favor da Medida 5.

Cão pede que todos votem a favor da Medida 5 - Foto: Facebook/Reprodução

Nos Estados Unidos, apenas os Estados da Dakota do Norte e do Sul não consideram crueldade contra animais como um crime sério, mas apenas delinquência e mau comportamento.

Cão pede que todos votem a favor da Medida 5 - Foto: Facebook/Reprodução

Cão pede que todos votem a favor da Medida 5 - Foto: Facebook/Reprodução

Cão pede que todos votem a favor da Medida 5 - Foto: Facebook/Reprodução

Cão pede que todos votem a favor da Medida 5 - Foto: Facebook/Reprodução

Cão pede que todos votem a favor da Medida 5 - Foto: Facebook/Reprodução

Nas imagens acima, cães pedem que todos votem a favor da Medida 5


Fotos: Facebook/Reprodução
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6182438-EI8141,00-Dakota+do+Norte+vota+medida+que+torna+crime+violencia+a+animais.html#tarticle
   

Estado da Austrália matará tubarões que se aproximarem das praias

EFE - Agência EFE
O governo do Estado da Austrália Ocidental anunciou nesta quinta-feira um plano para capturar e matar os tubarões que se aproximarem demais das praias como medida de proteção após um ano no qual foram registradas cinco vítimas fatais por ataques destes animais.

"Em 100 anos houve 12 vítimas mortais por ataques de tubarão, mas nos últimos 12 meses morreram cinco pessoas", declarou Colin Barnett, governador da Austrália Ocidental, ao canal ABC.

O plano anunciado por Barnett está avaliado em US$ 6,85 milhões. O Departamento de Pesca será o encarregado de rastrear e sacrificar os tubarões que representarem um perigo para os banhistas, e por acompanhar os animais para estabelecer um perímetro de segurança.

"Esta nova medida nos ajudará a entender o comportamento dos tubarões que chegam nas praias e oferecerá uma maior proteção às pessoas", disse o político australiano.

Antes desta medida, o Departamento de Pesca só podia matar um tubarão depois que o animal atacasse um banhista. "Está claro que algo mudou e temos que ser mais cuidadosos", frisou Barnett.

A organização protetora dos animais "Wilderness Society", do Estado da Austrália Ocidental, rejeitou o plano afirmando que o sacrifício de tubarões de maneira preventiva não é a solução para o problema.
   

ONG resgata leões de zoológico particular na Sérvia

 
Animais devem ficar em santuário na África do Sul, segundo organização.
Local onde felinos estavam era pequeno e tinha muita sujeira, diz ONG.

Do Globo Natureza, em São Paulo
Três leões que eram mantidos em um zoológico particular na cidade de Novi Pazar, na Sérvia, na Europa, foram resgatados por uma ONG de defesa de animais selvagens, a Four Paws Animal Welfare Foundation. Os felinos Ivan, Cornel e Lepa devem passar a viver no santuário Lionsrock, na África do Sul, onde chegariam nesta terça-feira (25), segundo informa o site da organização.

Leões que eram mantidos em cativeiro em zoológico privado na Sérvia (Foto: Mihai Vasile/Four Paws/Reuters)

Os animais eram mantidos em um local pequeno, com jaulas enferrujadas e muita sujeira, de acordo com a Four Paws. Eles haviam sido comprados do Zoológico de Belgrado por um sérvio em 2009, um ano antes que o país aprovasse uma lei que proíbe a posse de animais selvagens por particulares.

Em 2012, as autoridades da Sérvia confiscaram os animais e pediram à ONG que retirassem os bichos do local inapropriado em que estavam. Os membros da Four Paws sedaram os animais e os carregaram para fora do zoológico. "Os leões vão lidar bem com o estresse de uma viagem longa. O fato de que a vida deles vai ser muito melhor faz o resgate valer a pena", afirmou a ONG em uma nota.
 
Local onde leões eram mantidos era pequeno e com muita sujeira, diz ONG (Foto: Mihai Vasile/Four Paws/Reuters)

Leões foram sedados para serem retirados de zoológico na Sérvia (Foto: Mihai Vasile/Four Paws/Reuters)
 
   

Portugal: A Moda ainda despe animais

 

A captura de animais selvagens para a extração do seu pêlo ainda é uma prática corrente, mas a nova tendência mundial tem sido a de criar e manter autênticas fábricas vivas de animais, onde infelizmente Portugal também já entrou.

POR JOÃO PEDRO SANTOS

Ainda antes de o Verão terminar e de as primeiras chuvas invadirem as cidades, já estão programadas antecipadamente as novas tendências da moda mundial para a estação Outono/Inverno deste ano. Trata-se de uma época onde as roupas mais quentes marcam a sua presença nos nossos armários e é aqui que o problema começa.

Assim, para este ano já temos a garantia de que cerca de 40 grandes marcas da moda mundial asseguram a presença de pêlo animal nas suas coleções. A contradição de um material fofo e acolhedor como o pêlo é gritante e contraditório com toda a violência envolvida na sua produção e extração.

Veja os sites:

1- http://stylishcube.com/outerwear/fur-coats-winter-2013/

2 - http://pinterest.com/fashiontv/fall-2012-fur-trends/

A captura de animais selvagens para a extração do seu pêlo ainda é uma prática corrente, mas a nova tendência mundial tem sido a de criar e manter autênticas fábricas vivas de animais(coelhos, chinchilas, cães, gatos, raposas, martas, guaxinins, castores, focas e ursos3), onde infelizmente Portugal também já entrou, no esquema da produção de coelhos e de chinchilas para esta indústria suja4.

Existem 10 fatos que devemos ter em conta nesta indústria:

1. Mais de 50 milhões de animais são violentamente mortos na indústria do pêlo para a moda, todos os anos

2. Os métodos de abate dos animais com pêlo são bárbaros e incluem: o gaseamento, eletrocução ou quebra do pescoço nas quintas de criação e armadilhas criminosas para captura de animais selvagens

3. O pêlo dos animais não é um subproduto da indústria da carne, ou seja, existe uma procura ativa da indústria da moda por este material.

4. A indústria da guarnição de pêlo, ou seja, a utilização de pequenos acessórios de pêlo em malas, roupas, casacos é uma indústria tão grande ou maior do que a indústria dos casacos de pêlo. Ao contrário do que se possa pensar, não se tratam de restos de pêlo animal, mas sim de uma verdadeira indústria de acessórios em pêlo, pelo que adquirir produtos com detalhes em pêlo é um suporte a esta indústria sangrenta.

5. A rotulagem do pêlo animal não é muitas vezes completamente seguro no tipo de pêlo de animal empregue, pelo que o princípio de precaução é o ideal a adoptar, não comprando de todo qualquer produto com pêlo natural.

6. Muitos países europeus já baniram ou estão a empreender a tentativa de eliminar a produção intensiva de animais de pêlo, dado que a única forma de esta indústria ser viável financeiramente é não respeitando parâmetros básicos de bem-estar animal que a União Europeia está a implementar.

7. As quintas animais não são uma alternativa humanista à captura por armadilha e a legislação muitas vezes peca por omissão nesta indústria.

8. As focas ainda são caçadas pela sua pele. A caça canadiana à foca é ainda uma das maiores matanças comerciais de mamíferos marinhos, tendo sido autorizado o abate de cerca de 1 milhão de focas entre 2003 e 2005. A utilização da pele de foca na moda é um dos factores para o seu abate.

9. A indústria do pêlo tem sido vista como um potenciador económico dos países e esse tem sido um dos argumentos justificativos da sua manutenção, mas ao longo da história temos assistido a outras práticas económicas que foram abolidas por se terem tornado desenquadradas dos parâmetros éticos e sociais modernos, tal como acontece atualmente com esta indústria que não se justifica mais.

10. A indústria do pêlo animal é uma ameaça ambiental e para a vida selvagem, devido aos elevados custos energéticos envolvidos na sua produção, poluição, degradação dos solos, redução das populações de vida selvagem, incluindo espécies animais em vias de extinção que são capturadas e mortas por acidente nestas armadilhas.

O nosso contributo para a mudança deste paradigma surge através de um aspeto capitalista: o nosso poder de consumo, que revela ser um fator determinante na abolição desta forma de violência sobre animais inocentes. A par da educação e sensibilização para esta causa, é importante o boicote na compra/consumo de pêlo animal, optando em alternativa pelas diversas possibilidades de pêlo sintético que já vingam no mercado mundial.

A mudança passa pela nossa carteira e é importante não descurar o papel que o nosso consumo diário pode determinar na mudança desta realidade de holocausto animal.

http://www.antifursociety.org/

http://www.peta.org/issues/animals-used-for-clothing/animals-used-for-fur.aspx

http://www.animal.org.pt/pdf/relatorio_as_verdadeiras_vitimas_da_moda.pdf

http://www.bornfreeusa.org/facts.php?more=1&p=452

 

Fonte:  http://www.esquerda.net/opiniao/moda-ainda-despe-animais/24743#sdfootnote3sym

   

Portugal: navio com animais de circo atracado ao largo de S.Miguel devido à greve

 
Um navio com animais de circo está atracado próximo a S.Miguel, nos Açores, devido à greve dos pilotos de barra e dos trabalhadores de tráfego que se iniciou, esta segunda-feira.

A agência de transito alfandegário, a Box Lines, adiantou à Lusa que "o navio Ponta do Sol, oriundo de Lisboa, deveria ter escalado hoje o Porto de Ponta Delgada e na terça-feira estaria na Praia da Vitória, ilha Terceira", mas devido à greve "está atracado ao largo de S.Miguel".

"A bordo estão trailers e carroças de um circo que tem atuações previstas na Praia da Vitória", disse a agência, admitindo que possam surgir problemas com o alimento dos animais caso a situação se arraste.

"Nestes casos geralmente há alimentos para a duração da viagem e uma reserva para um dia a mais", acrescentou, indicando que o navio "aguarda instruções".

A greve dos pilotos de barra decorre até às 24.00 horas de terça-feira, seguindo-se na quarta-feira uma dos estivadores e na sexta-feira e na próxima segunda-feira a paralisação dos trabalhadores das administrações portuárias.
 
   

Ativistas defensores de animais protestam no show de Lady Gaga

 
A cantora tem usado publicamente roupas de pele e penas

Ativistas pelos direitos dos animais estão planejando realizar um grande protesto do lado de fora do show que Lady Gaga fará em Dublin, Irlanda, no sábado (15), por estarem irritados com a pop star por insistir em usar peles.

A cantora foi acusada por ativistas do Animal Rights Action Network (Aran) de vestir roupas de peles ou com acessórios de peles ou penas, depois de ter previamente insistido em entrevistas que fosse contra esse hábito.

O porta-voz da Aran disse que a pop star é uma traidora e confirmou que o grupo planeja um protesto em frente ao estádio Aviva, em Dublin, antes do show de sábado.

"Cada animal morto por um casaco de pele ou um item com partes de pele sofre tremendamente ... Lady Gaga deve ter vergonha de estar vestindo a pele de animais mortos com crueldade. Ela pagou alguém para matar por apenas para criar um look idiota."
 
   

Cachorro fiel dorme ao lado do túmulo do dono na Argentina

 
Capitán fugiu de casa após a morte do dono e encontrou sozinho o cemitério onde ele havia sido enterrado

DIÁRIO SP ONLINE
Capitán é o mais perfeito retrato da famosa fidelidade canina - Reprodução/ La VozO cachorro Capitán, mistura de vira-lata com pastor alemão, foi presente do argentino Miguel a seu filho, Damián Guzman, em 2005. No ano seguinte, Miguel faleceu e o cachorro fugiu de casa.  "O cachorro sumiu. Achávamos que estava morto", contou a viúva Verónica ao jornal La Voz.

Mas Verónica estava enganada. Capitán estava vivo e ela pode se certificar disso algum tempo depois, ao visitar o túmulo do marido. "Quando fui com meu filho ao cemitério, econtramos o cachorro. Damián começou a gritar que aquele era Capitán e o cachorro veio ao nosso encontro latindo muito, chorando". O mais supreendente é que Miguel morreu no hospital, e não em casa, e de lá foi levado ao cemitério, sem que houvesse possibilidade do cachorro tê-lo seguido.

Desde então, Capitán vai todos os dias ao cemitério Carlos Paz, na cidade de Córdoba, na Argentina. Às vezes ele volta para casa para visitar a família, mas sempre retorna ao cemitério. "O cachorro apareceu um dia e começou a dar voltas por todos os lados até que encontrou o túmulo de seu dono", conta o diretor do cemitério, Héctor Baccega. Sempre às 18h, pontualmente, Capitán se posiciona ao lado do túmulo de Miguel para não deixá-lo sozinho à noite.
 
   

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