Quarta, Julho 30, 2014
Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal
   
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Notícias

Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal une forças com a entidade Humane Society International - HSI em sua campanha "Liberte-se da Crueldade"

FNPDA


HSI - Cruelty Free
 
 
 
O Fórum Nacional de Proteção e Defesa - FNPDA e a Humane Society International - HSI estão unindo esforços no Brasil para promover a campanha Liberte-se da Crueldade, da HSI, pelo fim dos testes em animais para cosméticos com a campanha. No Brasil, milhares de coelhos, porcos da índia, ratos e camundongos passam por sofrimento incalculável em nome da indústria da beleza.

Sônia Fonseca, bióloga e Presidente do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal - FNPDA, diz: “Todas as formas de experimento envolvendo o uso de animais são inaceitáveis, se considerarmos que é errado violar, ferir, mutilar, causar tormento e morte a seres indefesos. O que dizer, então, quando a finalidade de tanto mal é fútil? Esta iniciativa da HSI é determinante no processo de revoluções morais que a humanidade enfrenta.”
 
 
 
 
 

Notícia sobre a Campanha:

Governo recebe pleito para pôr fim aos testes em animais para cosméticos no Brasil

Relatório da Campanha Liberte-se da Crueldade é entregue ao Ministério da Ciência e Tecnologia

O grupo de Proteção Animal Humane Society International (HSI) enviou um relatório ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) pedindo a proibição no território nacional dos testes em animais para cosméticos. O CONCEA, uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, irá debater o relatório na sua reunião plenária nos dias 23 e 24 de Outubro. A organização HSI está pedindo ao CONCEA para que tome medidas para pôr fim aos experimentos que causam sofrimento aos animais.

Helder Constantino, Gerente da Campanha da HSI Liberte-se da Crueldade, relata: “Nós esperamos que os membros do CONCEA analisem cuidadosamente o teor moral e cientifico do nosso pleito para uma proibição. A maioria dos brasileiros se opõe a estes testes ultrapassados e já está na hora do Brasil confinar estes testes aos livros de História.”

Os testes em animais são antiéticos porque causam dor aos animais para o consumo de produtos não essenciais. O relatório também fornece evidencias que mostram que empresas de cosméticos não precisam testar seus produtos ou ingredientes em animais para inovar. Na realidade, um número crescente de países - os 28 Estados-Membros da União Europeia, assim como Israel e Índia - já baniram os testes em animais para cosméticos. Empresas livres de crueldade associam os testes sem animais que já disponíveis e que são mais previsíveis do que os testes que fazem uso de animais, com ingredientes existentes que têm uma longa história de uso em cosméticos.

Liberte-se da Crueldade Brasil faz parte da maior campanha mundial para acabar com os testes em animais para cosméticos. No Brasil, os grupos de defesa dos animais Fórum Nacional de Defesa e Proteção Animal – FNPDA, ARCA Brasil e ProAnima são parceiros da Liberte-se da Crueldade. Em nível global, a HSI juntamente com seus parceiros de campanha está liderando os esforços para pôr fim à crueldade dos cosméticos na Austrália, China, Coreia do Sul, Nova Zelândia, Rússia e outros países.


Informação da HSI sobre Experimentação Animal e a Campanha Liberte-se da Crueldade:


Testes em Animais no Brasil: Guia de Perguntas Frequentes

Humane Society International

  • A HSI, através da nossa campanha Liberte-se da Crueldade, está liderando os esforços para acabar com testes em animais. iStock

P: Os testes de cosméticos em animais são requisitos legalmente exigidos no Brasil?

R: O uso de animais em testes de segurança para cosméticos não é um requisito obrigatório no Brasil, embora a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que regula os cosméticos, continue a referenciar os testes em animais em suas diretrizes oficiais e afirmar que o uso de animais continua a ser necessário para testes de cosméticos. Além disso, o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) realiza verificações dos cosméticos vendidos no Brasil, que podem incluir novos testes em animais, sendo estes do governo, para avaliar se o rótulo de um produto identifica corretamente os riscos para a saúde. Apesar das orientações da ANVISA e dos testes feitos pelo INCQS, várias empresas de cosméticos têm tomado medidas para dar respostas às preocupações do público sobre a experimentação animal e eliminaram completamente o uso de animais de seus programas de testes de segurança.

P: Os testes em animais para cosméticos já são proibidos em outros países?

R: Sim! Na União Europeia, os testes de cosméticos em animais são proibidos desde 2009 e a venda de cosméticos testados em animais será proibida a partir de Março de 2013. Israel aplicou uma legislação similar em 2007 e 2013. Mudanças legislativas estão em consideração na India e Coréia do Sul. Na maioria dos outros países, testes de cosméticos em animais não são exigidos nem proibidos e desta forma, os testes são feitos a critério das empresas de cosméticos e dos fornecedores de ingredientes. Em alguns países como a China, os testes de cosméticos em animais são obrigatórios.

P: Quantos animais são usados anualmente em testes de cosméticos no Brasil e que tipo de testes são realizados neles?

R: Não existem estatísticas oficiais sobre o uso de animais na área de cosméticos no Brasil. Testes recomendados pela ANVISA incluem o uso de camundongos, ratos, coelhos e hamsters. Os experimentos podem incluir testes de irritação ocular e cutânea: os produtos químicos são esfregados sobre a pele raspada ou pingados nos olhos de coelhos; estudos que envolvem alimentação forçada e repetida durante semanas ou meses para detectar sinais de doença geral ou riscos específicos para a saúde, como o câncer ou defeitos de nascimento; e até mesmo o amplamente condenado teste de "dose letal", no qual os animais são forçados a engolir grandes quantidades de um produto químico para determinar a dose mortal. Outros testes envolvem produtos aplicados no pênis e na vagina de coelhos com cateteres. No final dos testes, os animais são sacrificados, normalmente por asfixia, quebra do pescoço ou decapitação. Anestésicos não são utilizados.

P: Como as empresas de cosméticos podem garantir a segurança dos seus produtos sem a utilização de testes em animais?

R: As empresas podem garantir a segurança de seus produtos escolhendo dentre milhares de ingredientes existentes que possuem uma longa história de uso seguro, juntamente com o uso de um número crescente de métodos alternativos que não envolvem o uso de animais. Esta é a abordagem usada por centenas de empresas certificadas como livres de crueldade pelo programa ‘Leaping Bunny’ reconhecido internacionalmente. O Ministério da Ciência e Tecnologia está trabalhando para expandir a aceitação e a utilização de métodos modernos de testes de segurança sem animais através da criação de uma Rede Nacional de Métodos Alternativos (RENAMA) em todo o Brasil, com as competências e equipamentos para implementar estes testes.

P: É seguro usar métodos alternativos em vez de testes em animais?

R: Métodos alternativos sem animais representam a técnica mais recente que a ciência tem a oferecer, tendo sido cuidadosamente avaliados pelas autoridades públicas em vários laboratórios para confirmar que os resultados podem prever os efeitos em pessoas de maneira confiável. Em contraste, muitos dos testes em animais em uso atualmente datam dos anos 1920 ou 1940 e nunca foram validados. Ē de conhecimento geral que os animais em laboratório podem responder de forma muito diferente dos humanos quando expostos aos mesmos produtos químicos. Isto significa que os resultados de testes em animais podem ser irrelevantes para os humanos porque eles superestimam ou subestimam o perigo real para as pessoas e que a segurança do consumidor não pode ser garantida.

Hoje, métodos alternativos podem combinar os mais recentes testes baseados em células humanas com modelos computacionais sofisticados para entregar resultados relevantes para os humanos em horas ou dias, ao contrário de alguns testes em animais que podem levar meses ou anos. Métodos alternativos sem animais também são geralmente muito mais rentáveis do que os testes que utilizam animais. E pelo fato destes métodos terem sido cientificamente validados, trazem um maior nível de segurança para os consumidores do que os testes em animais tradicionais.

P: O que significa "livre de crueldade" em se tratando de cosméticos?

R: Uma empresa de cosméticos livre de crueldade é uma empresa que eliminou a experimentação animal em todos os níveis de produção a partir de uma data precisa. Isso se aplica aos testes de produtos acabados assim como testes de cada ingrediente. A fim de cumprir os seus compromissos para ser livre de crueldade, uma empresa não pode vender seus produtos em países que exigem testes em animais, nem pode usar ingredientes novos que eventualmente levariam a realização de novos testes em animais e deve garantir que todos os seus fornecedores de ingredientes se comprometam também a não fazer novos testes em animais.

P: O que a Humane Society International está fazendo a nível mundial para acabar com os testes em animais para cosméticos?

R: A HSI, através da nossa campanha Liberte-se da Crueldade, está liderando os esforços para que governos e reguladores ao redor do mundo utilizem seus poderes para acabar com testes em animais para cosméticos e seus ingredientes. Nenhum animal deveria sofrer por causa de um novo produto de beleza.

No Brasil, a HSI tem sido a única organização de proteção animal que vem trabalhando para influenciar a revisão das diretrizes de testes para cosméticos da ANVISA a fim de eliminar testes ultrapassados e incluir métodos alternativos reconhecidos internacionalmente. Apoiamos financeiramente um seminário para empresas e funcionários do governo para que de forma prática pudessem conduzir e interpretar os resultados de testes de segurança sem animais internacionalmente reconhecidos. E em novembro de 2012, a HSI organizou um encontro de alto padrão sobre ciência e regulamentação para abordar questões científicas, regulatórias e jurídicas corporativas acerca dos testes de segurança e sobre a avaliação dos cosméticos para o mercado brasileiro, com ênfase na substituição definitiva dos testes em animais para testes sem animais. O encontro reuniu mais de 30 especialistas de renome de agências governamentais do Brasil, da Europa e dos EUA, o Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos (BraCVAM), a Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC), fabricantes de cosméticos e fornecedores de ingredientes, organizações de pesquisa, cientistas acadêmicos e ONGs do Brasil, Europa, Canadá e Estados Unidos.

A HSI também está trabalhando para conscientizar o público e consumidores sobre a questão da experimentação animal para que um número crescente de empresas decida se tornar livre de crueldade. Em coordenação com os nossos parceiros Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal – FNPDA e ARCA em São Paulo e ProAnima em Brasília, organizamos atividades de conscientização e divulgamos a declaração Liberte-se da Crueldade.

P: Como eu posso ajudar?

R: Você pode participar com essas ações simples e assim ajudar a HSI a acabar com testes em animais para cosméticos:

  • Assine a declaração Liberte-se da Crueldade da HSI para mostrar que você apoia a proibição dos testes de cosméticos em animais no Brasil.
  • Compre produtos livres de crueldade—e não compre produtos que foram testados em animais.
  • Entre em contato com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) para pedir que as empresas se tornem livres de crueldade.

http://www.hsi.org/portuguese/issues/cosmetic_product_testing/facts/cosmetics_qa_portuguese.html

 

Miniórgãos em biochip substituem animais em testes de medicamentos

Internacionais

Com informações da BBC
Instituto conseguiu combinar vários órgãos, criados por bioimpressão, em um único biochip. [Imagem: Impressora 3-D | Crédito: AP]Usando biochips e culturas de células humanas, cientistas estão criando miniórgãos humanos para testar vacinas e novos medicamentos.

Para "montar as células" e imitar o órgão biológico, os pesquisadores usam uma impressora 3D modificada, normalmente usada para fabricação de protótipos e outras peças - a diferença em relação a uma impressora comum é que o resultado é um objeto real, e não uma imagem.

O processo replica as células humanas, imprimindo estruturas que imitam as funções do coração, fígado, pulmão e vasos sanguíneos.

Os órgãos artificiais  são então inseridos em um microchip e ligados a um sistema de nutrição, que funciona como um substituto do sangue.

A seguir, é só testar os fármacos, obtendo resultados que se acredita serem melhores do que os feitos em cobaias, que são organismos muito diferentes do organismo humano.

Bioimpressão

A técnica é chamada bioimpressão, uma forma de impressão 3-D que, de fato, cria tecido humano.

Nem a bioimpressão e nem a ideia de cultivar tecido humano em um microchip são novas - cientistas já criaram até uma orelha artificial usando células vivas por meio dessa técnica.

As impressoras 3-D modificadas imprimem células humanas em materiais a base de hidrogel, um tipo de gel que é capaz de reter grande quantidade de água. [Imagem: WFIRM]O que os pesquisadores fizeram agora foi combinar vários órgãos em um mesmo biochip, capaz de modelar a resposta às toxinas químicas ou a agentes biológicos.

O grupo está sediado no Instituto Wake Forest de Medicina Regenerativa (EUA).

As impressoras 3-D modificadas imprimem células humanas em materiais a base de hidrogel, um tipo de gel que é capaz de reter grande quantidade de água.

Os órgãos desenvolvidos em laboratórios são então inseridos em um chip de cinco centímetros e unidos em uma espécie de sistema circulatório que usa um substituto de sangue semelhante ao usado cirurgias de emergência.

Além de manter as células vivas, o substituto do sangue é usado para introduzir os fármacos a serem testados.

Melhor que cobaias

Sensores que medem a temperatura real, os níveis de oxigênio, o pH e outros fatores passam informações sobre como os órgãos reagem e, principalmente, como eles interagem uns com os outros.

"Na prática, estamos fazendo testes em tecido humano. Funciona melhor do que os testes em animais", disse Anthony Atala, membro da equipe.
 
   

Cartas enviadas pelo FNPDA no mês de agosto

FNPDA

 
Seguem, para conhecimento, manifestações públicas do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal durante o mês de agosto. Assuntos relativos aos animais são cuidadosamente acompanhados pelo nosso colegiado, que sempre se apressa em apresentar seus posicionamentos perante a mídia, as autoridades, os entes políticos e formadores de opinião.
 
- Cartas a todos os vereadores de Juiz de Fora Conforme noticiado pela imprensa, os animais estão sendo submetidos a tratamento cruel e degradante no referido Canil. Para piorar, a eutanásia vem sendo utilizada como "solução" preferencial.

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 - Carta Secretário de Saúde e Prefeito de Araraquara Conforme noticiado pela imprensa, os animais ali alojados encontram-se em condições insalubres, de grande desconforto térmico, chegando mesmo a irem a óbito por causa do frio intenso. Ao submeter os animais a condições tão cruéis e degradantes, a municipalidade está incorrendo em crime ambiental.

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- Carta ao jornal O Estado de São Paulo, sobre a opinião do FNPDA quanto as declarações do arcebispo de São Paulo, D. Odilo Scherer http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,igreja-quer-veto-a-enterro-de-cao-em-cemiterio-,1069372,0.htm.

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- Carta a globo novela Saramandáia O ator chacoalha o animal, balança-o, trata-o como objeto.

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- Carta Secretária Municipal de Saúde de Petrolina (PE)......Conforme imagens chocantes que chegaram até nós em forma de contundente denúncia, está claro que, para a municipalidade de Petrolina, os animais não são entes merecedores do mínimo de respeito. Cães esquálidos, funcionários realizando manejo equivocado.
 

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- Sobre a defesa do vereador Laercio Benko com relação a matança de animais sob o pretexto da religiosidade.

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- Parabenizamos Veja São Paulo pela matéria Covardia Sem Punição, que toca no grave problema dos crimes de crueldade contra animais.

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- Homenagem mais que merecida prestada à advogada Geuza Leitão pela Câmara Municipal da capital cearense, por meio da outorga do título de Cidadã de Fortaleza.

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- ao vereador Walter Cavalcante

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COVARDIA: Filhote de elefante é feito refém por agricultores revoltados e morre sozinho

Internacionais

 
Indonésios queriam uma reparação do governo pela plantação destruída por elefantes

   
Amarrado por pesadas correntes, sem conseguir se mexer e com pouca comida. Surpreendentemente, a cena descrita revela o cotidiano vivido por um pobre filhote de elefante.

Revoltados com a destruição de uma de suas plantações por outros elefantes, agricultores da ilha de Sumatra, na Indonésia, mantiveram o filhote Raja, de apenas um ano, como refém. Eles exigiam que o governo tomasse medidas para proteger as familias da região. Mesmpo após a morte de Raja, que faleceu sozinho, desnutrido e acorrentado, a situação provocou debates e indignação.

De acordo com relato dado pelo protetor de animais Mark Shand, ao jornal inglês Daily Mail, a culpa pela destruição  da plantação dos agricultores não pode ser colocada nos elefantes.— Elefantes são dóceis e normalmente não têm um comportamento destrutivo. Isso aconteceu porque o habitat deles está sumindo e sendo desmatado por culpa das grandes corporações. Eles não têm para onde ir e ficam perdidos.

A região é uma das principais produtoras do óleo de palma, um importante ingrediente para diversos produtos. Para Mark Shand, o governo da Indonésia deveria regulamentar a extração do óleo, já que o consumo desenfreado da matéria -prima está causando a destruição das florestas e a extinção de algumas espécies.

De acordo com Mark, a população de elefantes em Sumatra diminuiu pela metade em apenas uma geração e as grandes corporações que usam o óleo de palma em seus produtos são os culpados.— Os elefantes estão estressados e fogem das serras elétricas direto para as vilas.

A situação pode ficar pior. Lar para animais como orangotangos, tigres, elefantes e rinocerontes — e um dos poucos locais onde estas espécies ainda convivem — a floresta de Aceh, no norte de Ilha, pode ser ainda mais desmatada.  O governo de Aceh planeja aprovar um plano em que a extração do óleo de palma dentro da floresta ganhará mais espaço e será legalizada em areas protegidas.

Mark Shand explicou o plano do governo em mais detalhes.— O governo quer proteger apenas 45 por cento da floresta. Os ambientalistas defendem que a área protegida deve ser de, no mínimo, 65 por cento. Essa diferença se traduz em mais de um milhão de hectares (mais de um milhão de campos de futebol).

Mark Shand ainda não perdeu as esperanças em resolver o conflito na região. Irmão de Camila Parker Bowles, duquesa da Cornualha e mulher do príncipe Charles, o ativista segue realizando eventos para levantar fundos e ajudar na defesa dos elefantes.

Ele espera que os elefantes asiáticos não tenham um destino tão triste como o do filhote Raja
 

   

Cidade chinesa vive da exportação de pele de cachorros

Internacionais

 

13.set.2013 - Um trabalhador carrega pranchas de madeira com pele de cães para secar em uma oficina de peles na cidade Chongfu, província de Zhejiang, na China, nesta sexta-feira (13). O município é conhecido como o maior exportador de peles do país, com 1.469 empresas, de acordo com o site do governo - Reuters


13.set.2013 - Funcionário de uma das empresas de Chongfu usa spray de água sobre as peles em uma loja de um mercado da cidade, nesta sexta-feira (13). Técnica é feita antes de embalar as peles para exportação - Reuters


13.set.2013 - Duas funcionárias de uma das lojas de pele de Chongfu, na China, colocam pele de cachorro em uma prancha de madeira para secar em uma oficina, nesta sexta-feira (13). Apesar dos protestos pelo mundo por conta da crueldade com os animais, toda a produção é autorizada pelo governo - Reuters


13.set.2013 - Funcionário responsável por cortar as peles dos animais olha para trás durante trabalho do lado de fora de uma das lojas de Chongfu nesta sexta-feira (13). A China é a maior produtora de peles para cascos do mundo, e os Estados Unidos, um dos maiores compradores. Muitos casacos produzidos na Europa também usam peles chinesas - Reuters


13.set.2013 - Funcionário responsável por cortar as peles fica coberto por pelos dos animais durante algumas horas de trabalho, nesta sexta-feira (13), em Chongfu, na China. De acordo com a Peta, alguns animais ainda estõ vivos quando as peles são retiradas pelas fábricas do polo chinês - Reuters


13.set.2013 - Funcionários de uma das lojas da cidade chinesa de Chongfu costuram as pelas dos animais nesta sexta-feira (13). De acordo com a Ong de proteção aos animais Peta, as empresas usam, além de cachorros, peles de gatos, coelhos, minks e raposas em luxuosos casacos de pele - Reuters


13.set.2013 - Funcionários que atuam no setor de armazenamento de uma das lojas chinesas. De acordo com a Ong Peta, o local seguirá em funcionamento por se tratar de um país como a China, que "vive sendo acusado de não respeitar nem os Direitos Humanos" - Reuters


13.set.2013 - Vendedora dorme em pequena loja de casacos em um mercado especializado em Chongfu, na China, nesta sexta-feira (13). Peças saem do país por um preço bem abaixo dos que são praticados na Europa e nos Estados Unidos - Reuters

http://noticias.bol.uol.com.br/fotos/imagens-do-dia/2013/09/13/cidade-chinesa-vive-da-exportacao-de-pele-de-cachorros.htm#fotoNav=1
 
   

Programa Educativo do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal recebe chancela do Ministério da Educação

FNPDA

 

José Vicente Freitas, Coordenador de Educação Ambiental do Ministério da Educação, Elizabeth Mac Gregor, Gerente de Educação do FNPDA, Daisy Cordeiro, Consultora do MEC

Em 27 de agosto o Fórum participou de reunião no Ministério da Educação com o Coordenador de Educação Ambiental, José Vicente Freitas, e a Consultora Pedagógica,
Daisy Cordeiro.

No encontro, José Vicente confirmou a chancela de seu departamento para o programa educativo Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal do FNPDA, que é realizado sob convênio com Secretarias Municipais de Educação em vários estados brasileiros. O programa capacita educadores municipais e fornece material didático para ser utilizado nas aulas de Educação Ambiental versando sobre o tema animais e suas relações com o ser humano e o meio ambiente.

Os próximos municípios a receberem a capacitação do FNPDA serão São José do Rio Preto no estado de São Paulo e Três Lagoas no estado do Mato Grosso do Sul.

A Gerente de Educação do FNPDA também recebeu a confirmação para a realização de uma oficina do FNPDA na próxima conferência do MEC, a se realizar no final de novembro, em Brasília.

Junto com Elizabeth Mac Gregor, na oficina, estará a educadora Cristina Torres do Distrito Federal.
 
Elizabeth Mac Gregor
Gerente de Educação – FNPDA
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Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal anuncia o lançamento de seu novo vídeo sobre a prática de Rodeios na Semana dos Animais em outubro

FNPDA

 
 
 
Em agosto o Fórum participou de duas audiências públicas sobre a prática de Rodeio, uma em São Roque e a outra em Ribeirão Preto, ambas realizadas nas suas Câmaras Municipais.  Nessas audiências pontos fundamentais que justificam a interrupção imediata dessas práticas foram explanados de forma consistente mostrando que a ciência já nos indicou caminhos para sua descontinuidade e que a sociedade esta cada vez mais mobilizada para ações de entretenimento éticas e sem uso de animais.

Dentro desse tema o Fórum vai lançar, em outubro, o seu vídeo “Rodeio, de que lado você está?” sobre a prática do Rodeio em vários municípios brasileiros, em parceria com suas Afiliadas.

Em São Paulo o lançamento será realizado na Câmara Municipal no dia 04 de outubro e em Niterói o lançamento ocorrerá no Museu de Arte Contemporânea – MAC no dia 05 de outubro, entre outros.

O vídeo, apresentado pelo ator Paulo Vilhena, examina o uso de animais nas práticas de rodeio e vaquejada e conta com entrevistas de especialistas da área veterinária e jurídica que as questionam sob vários aspectos – sua constitucionalidade, sua ética, que tipo de exemplo passam e os danos físicos e psicológicos causados aos animais.

A lista com a programação do lançamento nos municípios estará no site do Fórum no final de setembro.
 
Elizabeth Mac Gregor
Gerente de Educação – FNPDA
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Município de Ribeirão Preto introduz o Programa Educativo do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal

FNPDA

 
Vereadora Viviane Alexandre, Elizabeth Mac Gregor (FNPDA), Débora Vendramini (Secretária Municipal de Educação), 
Angela Marchi (Coordenadora do Ensino Fundamental) © FNPDA

O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal – FNPDA firma mais um convênio, agora com a Secretaria de Educação de Ribeirão Preto, SP, para levar seu programa Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal aos educadores do município. O curso de capacitação aconteceu em 08 de agosto, com a participação de gestores, coordenadores, monitores e professores de 50 escolas. O curso iniciou com um histórico da Educação Ambiental no Brasil até a tramitação do projeto de lei 689/11 no Congresso Nacional que incluirá oficialmente o ensino dos preceitos de bem-estar animal e necessidades espécie-específicas dos animais na Política Nacional de Educação Ambiental. Entre outros temas, abordou o cenário de maus-tratos aos animais e sua relação com os altos índices de violência registrados no ambiente familiar e escolar de diversas cidades brasileiras.

Elizabeth Mac Gregor (FNPDA) e os representantes de 50 escolas municipais © FNPDA

Ao final do curso os participantes receberam material didático para o desenvolvimento de valores como respeito e compaixão por todas as formas de vida com os alunos, de forma transdisciplinar, e formaram grupos para discutir como esse trabalho pode ser realizado e multiplicado por cada função.

 
 
 
Grupos de discussão © FNPDA

A realização do programa educativo do FNPDA em Ribeirão Preto é fruto de um convite da Vereadora Viviane Alexandre que, em seu primeiro mandato, tem envidado esforços para introduzi-lo em seu município, dentre as suas muitas iniciativas em prol dos animais. Durante o curso a Vereadora Viviane convidou a todos a participarem de uma audiência pública que acontecerá no dia 21 de agosto na Câmara Municipal de Ribeirão Preto, para discutir as implicações da prática do rodeio. Após o curso, a representante do FNPDA também fez uma visita à entidade Associação Vida Animal - AVA, afiliada do Fórum, que também participa do programa educativo e, entre suas muitas atividades em prol dos animais, opera uma clínica veterinária que atende os animais da população de baixa renda e realiza um programa de esterilização e de adoção de cães e gatos.
 
Elizabeth Mac Gregor
Gerente de Educação – FNPDA
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Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal apoia ações do Movimento Crueldade Nunca Mais

FNPDA

 

Giovanna Ewbank, Thaila Ayala, Yasmin Brunet e Carla Salle participam da manifestação no Rio de Janeiro © FNPDA

Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal dá seu apoio à campanha Crueldade Nunca Mais, desde sua criação. O movimento luta pelo aumento de penas para crimes contra animais no novo código penal. Manifestações simultâneas ocorreram no dia 18 de agosto, em diversas cidades do país, e representantes do Fórum tomaram parte em várias delas. No Rio de Janeiro a manifestação reuniu, na manhã do dia 18, na Avenida Atlântica, cerca de 300 ativistas, que acompanharam um carro de som com celebridades como Giovanna Ewbank, Thaila Ayala, Yasmin Brunet e Carla Salle. Thaila Ayala é uma grande apoiadora do movimento de defesa animal e seu namorado Paulo Vilhena acaba de fazer a narração de um vídeo sobre os bastidores do rodeio, do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.


Representante FNPDA no Rio de Janeiro © FNPDA
 
Elizabeth Mac Gregor
Gerente de Educação – FNPDA
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Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal apoia evento de defesa animal no Rio Grande do Sul

FNPDA

 

Da esquerda: Waldir Dilkin, prefeito de Estância Velha, Suzana Franco, presidente da Bichinho Carente, Elizabeth MacGregor, gerente de educação do FNPDA, José Fortunati, prefeito de Porto Alegre, Regina Becker coordenadora da Secretaria Especial de Direitos Animais e primeira dama de Porto Alegre, Leandro Mello, presidente da ONDAA, Halem Guerra Nery, presidente do Instituto Ambiental Ecosul. © FNPDA

A Associação Bichinho Carente e a Organização pela Dignidade dos Animais Abandonados – ONDAA realizaram no dia 24 de agosto um evento com os objetivos principais de propagar informações, apresentar programas e buscar soluções compartilhadas entre o poder público e as organizações não-governamentais de defesa dos direitos dos animais para o controle de zoonoses, guarda responsável, controle da procriação indesejada de cães e gatos e prevenção aos maus-tratos aos animais em geral, e reunir entidades de proteção animal da região para discutirem problemas em comum e fortalecerem o movimento em prol dos animais. O Seminário, que foi realizado na Câmara Municipal de Estância Velha, RS, contou com o apoio e parceria do Instituto Ambiental Ecosul, da Secretaria Especial dos Direitos Animais – SEDA do Município de Porto Alegre, do Município de Estância Velha e do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal - FNPDA. Como principal destaque, foi feita uma apresentação do trabalho realizado pela Secretaria Especial dos Direitos Animais - SEDA, criada em 2011 com a missão de estabelecer e executar políticas públicas em prol dos animais, por Regina Becker, primeira dama de Porto Alegre e Coordenadora da SEDA.


Palestra de Regina Becker, Coordenadora da Secretaria Especial de Direitos Animais e primeira dama de Porto Alegre © FNPDA

Outros palestrantes foram: Dra. Ceres Faraco, presidente da Associação Médico-Veterinária Brasileira de Bem-Estar Animal – AMVEBBEA, criada em 2005, com a missão de congregar médicos veterinários para colaborar para a redução do sofrimento e da dor dos animais e promover a excelência médico veterinária neste campo de saber, que apresentou informações sobre a etologia de cães e gatos e melhores formas de tratá-los; o Promotor de Justiça de Novo Hamburgo, Dr. Sandro Ferreira, que apresentou sua experiência na questão jurídica de defesa dos direitos dos animais e um panorama brasileiro; Elizabeth Mac Gregor, Gerente de Educação do FNPDA que apresentou o programa Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal e resultados alcançados até 2013, com a realização de cursos para educadores em vários municípios brasileiros, o apoio recebido da Coordenadoria de Educação Ambiental do MEC e a tramitação de emendas à Política Nacional de Educação Ambiental introduzindo o ensino de bem-estar animal no sistema escolar brasileiro; Halem Guerra Nery, presidente do Instituto Ambiental Ecosul, que apresentou o relevante trabalho do Ecosul em Santa Catarina relativo ao controle humanitário das populações de cães e gatos e suas articulações com o poder público; Lourdes Sprenger, recém eleita Vereadora de Porto Alegre, que apresentou o trabalho realizado na casa legislativa desse município em prol da defesa animal.


Palestra da Gerente de Educação do FNPDA © FNPDA

O evento contou com a presença do Prefeito de Estância Velha, Waldir Dilkin, e do Prefeito de Porto Alegre, José Fortunati que foram dar seu apoio às iniciativas em prol do tratamento humanitário dos animais.
 
 
Elizabeth Mac Gregor
Gerente de Educação – FNPDA
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FNPDA vai a Brasília em defesa da lista zero

FNPDA

 
 
Com argumentação sólida e tecnicamente embasada, especialistas em fauna silvestre buscam apoio para uma “lista zero” do Ibama
 

O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal participou de um encontro com a Frente Parlamentar Ambientalista na última quarta-feira, 28/8. Na ocasião, as lideranças da proteção animal se reuniram com o presidente da Comissão de Fauna, Ricardo Trípoli (PSDB-SP), e expuseram seu ponto de vista sobre as trágicas consequências geradas pelo comércio de espécimes silvestres no Brasil. Também estiveram presentes o Secretário de Biodiversidade e Florestas, Roberto Cavalcanti, e integrantes do Ibama.

Diametralmente oposta à posição da Renctas (Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres), que defende a flexibilização desse tipo de comércio, o FNPDA apresentou argumentos técnicos e de natureza ética para defender a Lista Zero.

“A fauna silvestre é completamente diferente da doméstica. Primeiro, porque o silvestre tem necessidades peculiares que só podem ser atendidas no seu próprio habitat. Segundo, porque cada espécime é valioso na natureza, tem um papel a desempenhar dentro do ecossistema”,esclarece a presidente do FNPDA, Sonia Fonseca.

As palestras

A primeira a palestrar foi a médica veterinária Dra. Cristina Harumi Adania, coordenadora de fauna da Associação Mata Ciliar. Sua exposição trouxe à tona os maus-tratos infligidos aos animais que são sequestrados da natureza, submetidos a um transporte criminoso, extremamente sofrido, e vendidos para o comprador final, que não tem consciência das peculiaridades e necessidades do ser que está adquirindo. "Muitas vezes, a ideia do 'vou cuidar como se fosse um filho' se traduz em absurdos como o de um sagui que recebemos em nossa ONG. Ele estava todo tatuado, com brincos e piercings por todo corpo", salientou a veterinária.

Cristina Adania lembrou que o processo da domesticação levou milhares de anos para se estabelecer. Assim, o que ocorre, no caso dos animais silvestres, é que eles apenas se submetem a um processo de condicionamento comportamental para conseguirem sobreviver ao contínuo estresse a que são submetidos em cativeiro. Esse condicionamento pode desaparecer de um momento para o outro, acarretando consequências indesejadas no convívio com o ser humano.

Outro aspecto ressaltado pela palestrante foi o ônus praticamente imposto às ONGs que atuam diretamente com esses animais. Muitas dessas organizações recebem espécimes quando estes são rejeitados pelos seus adquirentes, seja porque adoeceram, apresentaram algum problema de comportamento ou, simplesmente, porque os "donos" já não os querem mais. "Quando o Estado se omite a assumir seu papel, a sociedade civil acaba arcando com todo o trabalho e custo", alertou. "Temos uma situação em que os animais são penalizados pelos maus-tratos, a natureza é prejudicada – e é bom lembrar que ela perde sua capacidade de autorregeneração – e nós todos perdemos em qualidade de vida", acrescentou.

Em seguida, a médica veterinária Dra. Angela Branco, de reconhecida atuação no campo da fauna silvestre, fez uma explanação em que apresentou dez argumentos sobre a inadequação da manutenção dos silvestres como animais de estimação e a indicação da "lista zero" -- ressaltabdo a contraposição entre os valores ético e econômico. "Podemos ter um novo olhar para essa questão, que permita enxergar o animal não como mera mercadoria. Existe uma oportunidade para a adoção de novas práticas", pontuou, dando destaque ao manejo da fauna silvestre em vida livre e às pesquisas nas áreas de saúde.

Angela Branco também alertou para o incentivo ao tráfico, o retrocesso sociocultural, o risco de introdução de zoonoses no meio urbano e a perda de biodiversidade.

A terceira palestra foi ministrada pela promotora Vania Tuglio. Ela, que vem atuando na comissão que estuda a reforma do Código Penal, argumentou inicialmente a respeito da preservação da biodiversidade, bem protegida constitucionalmente, e da qual fazem parte os silvestres. Valendo-se de exemplos reais, demonstrou que nossas matas e florestas não sobrevivem sem os animais. Apontou as ilegalidades e inconstitucionalidades da resolução 457/13, bem como as incoerências daquele instrumento legal, definindo-o como ineficaz para o fim ao qual se propõe. “Além de incentivar o trafico de animais silvestres, premia o criminoso e faz com que aquelas pessoas que adquiriram animais legalmente sintam-se traídas pelo Estado, desmotivando-as a continuar respeitando as leis”, alertou.

A promotora fez uma defesa contundente da lista zero como meio de permitir que os animais cumpram sua função na natureza, o que redundará em benefícios para a humanidade, e conclamou os presentes a enviarem mensagens ao Ministério do Meio Ambiente solicitando a revogação da resolução 457/13.
 
 
   

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