Quinta, Novembro 27, 2014
Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal
   
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Notícias

FNPDA realiza nova capacitação em Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal para educadores da Secretaria Municipal de Educação de São José do Rio Preto, em parceria com a UNESP

FNPDA

No dia 04 de outubro foi realizado em São José do Rio Preto (SP) o curso de "Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal", no auditório da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP).

O evento foi fruto de uma parceria entre a UNESP, por meio do Crecist (Centro de Referência em Ciência do Sistema Terra) organizado pela Profa. Joseli Piranha, que realiza já há alguns anos um trabalho de conscientização sobre a prevenção de maus-tratos e abandono de animais, a Secretaria Municipal de Educação e o Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal – FNPDA.


Elizabeth Mac Gregor, Gerente de Educação FNPDA, durante o curso no auditório da UNESP

O curso de 8 horas, que reuniu cerca de 120 educadores e alunos da UNESP que participam do Crecist, entre outros temas, abordou o cenário de maus tratos aos animais e sua relação com os altos índices de violência registrados no ambiente familiar e escolar de diversas cidades brasileiras, e forneceu aos participantes material didático para que os preceitos de bem-estar animal e o desenvolvimento de valores como respeito e compaixão por todas as formas de vida possam ser trabalhados com os alunos, de forma transdisciplinar, ao longo do ano letivo.

Próximas capacitações de educadores do programa Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal

- 15 de fevereiro de 2014 – novo curso de capacitação de educadores de escolas municipais de Três Lagoas, MS.

- 14 de março de 2014 - curso de capacitação de educadores de escolas municipais e estaduais de Araçatuba, com o apoio da UNESP Campus de Araçatuba.

 

Elizabeth Mac Gregor
Gerente de Educação – FNPDA
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Ministério define regras para passaporte de cães e gatos

Nacionais

 
Documento será usado em viagens a países que aceitam a identificação.
Passaporte tem informações como nomes dos donos, foto e vacinas.

Do G1, em São Paulo

As regras para a emissão do passaporte brasileiro para cães e gatos foram publicadas na edição desta sexta-feira (22) do Diário Oficial da União. O documento já havia sido criado em março de 2010, mas ainda faltava a definição de detalhes para a implantação — que segundo o texto ocorreria em 90 dias.

O documento vai poder substituir os atuais certificado sanitário internacional e atestado de saúde para trânsito de cães e gatos. Caberá ao dono decidir se prefere aderir ou não.

Antes de fazer o passaporte, o proprietário deve procurar um veterinário em estabelecimento especializado para implantar um microchip no animal para facilitar sua identificação em qualquer país. O objeto tem o tamanho de um grão de arroz e fica sob a pele do bicho.

O passaporte para trânsito de cães e gatos será emitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e terá entre as informações obrigatórias o nome e endereço do dono do animal; a descrição do animal; nome, espécie, raça, sexo, pelagem e data estimada de nascimento; número de identificação eletrônica do animal (microchip); dados de vacinação e exame clínico fornecidos por médico veterinário.

A foto 5x7 do animal não será obrigatória. De acordo com o texto publicado, o passaporte, que será expedido nos idiomas português, inglês e espanhol, deverá ser usado em viagens a países que aceitam o documento e é "responsabilidade do proprietário do animal verificar, antes da viagem, a aceitação do Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos e as exigências sanitárias do país de destino do animal".


Modelo da capa e de páginas do passaporte de cães e gatos (Foto: Reprodução/Diário Oficial da União)

Poderão ter o passaporte os animais nascidos no Brasil ou nascidos no exterior e importados definitivamente para o Brasil; com pelo menos 90 dias de vida; que sejam criados por proprietários que moram no país; e que tenham sido examinados por veterinário.

Ainda segundo o texto do Diário Oficial, haverá uma ficha de requerimento a ser preenchida pelos donos de animais que queiram o documento, que deve ficar pronto em 30 dias úteis. O procedimento deve ser realizado em uma das unidades que serão indicadas no site do ministério.

Caso o animal mude de dono, deverá ser pedida uma nova versão do documento com a apresentação obrigatória do antigo.
 
   

A senciência e a defesa dos animais

Nacionais

 
Gilberto Pinheiro*
 
A senciência dos animais é fato comprovado cientificamente desde dezembro de 2012.  Um grupo de neurocientistas canadenses, chefiados pelo doutor Philip Low, ao fazer estudos comparados, cotejando o cérebro humano ao de um animal, concluiu e subscreveu um manifesto ao mundo científico que os animais possuem consciência como todos nós.   Inclusive, emoções, sentimentos, o que, na verdade, já se sabia empiricamente.   Agora, há respaldo científco, e Low citou também algo marcante — agora, não poderemos mais dizer que não sabíamos.

Entendia-se, primeiramente, que o córtex cerebral na espécie humana seria o responsável pela consciência.   Mas, depois de reiterados estudos, concluiu-se que as zonas cerebrais responsáveis pela inteligência, memória, bondade são as mesmas entre humanos e animais.

Sabe-se hoje que os animais sentem tristeza, alegria, por outro animal ou ser humano, no caso, seu tutor. O luto animal, por exemplo, pode alterar o comportamento dele, provocando apatia e letargia.

À luz dos fatos e cientes nós destas novidades, haverá imperiosa necessidade de vermos os animais com olhos diferenciados da bondade e do respeito.   Infelizmente, durante milênios, os animais foram vistos como seres de quinta categoria,  a serviço da Humanidade, através da alimentação e do esforço, sempre em benefício de todos nós.

No século 17, René Descartes, proeminente filósofo que cunhou a emblemática frase Penso, logo existo, trazia consigo uma concepção meramente radical e antropocentrista, ou seja, que os animais eram seres mecânicos, desprovidos de dor, portanto, amplamente favorável às pesquisas laboratoriais, como a prática da vivissecção.

Na verdade, essa é uma concepção paradoxal, haja vista que um homem inteligentíssimo, responsável pelo pensamento cartesiano, não poderia pensar desta forma tão cruel e imprudente.   Mais tarde, ao final do século 19, o fisiologista francês Claude Bernard definiu-se amplamente favorável a esta prática,  possuindo no sótão de sua casa um biotério para estes fins, vivissecionando os animais. Sua esposa e filha, não suportando mais os gritos dos animais, abandonaram-no, mudando-se de residência e criando a primeira instituição francesa na defesa dos animais.

Hoje, finalmente, sabemos que os animais começam a ser vistos com mais respeito, principalmente, por parte de nossa sociedade, e, inclusive, a cada dia que passa, novos adeptos e simpatizantes da causa em sua defesa surgem, aumentando o contingente de pessoas defensoras dos animais. Os governantes, a partir de agora, terão que atender ao clamor popular a favor dos animais, defendendo leis mais rígidas, em substituição à atual, tão incipiente e não punitiva para crimes de maus-tratos.

No momento a lei que ampara e protege os animais, no caso Lei federal 9.605/98, artigo 32, ainda é tímida, superficial, incipiente, não punindo os que mutilam, abandonam, maltratam os mesmos.Todavia, com a reverberação da causa animal no Brasil, comissões na defesa dos animais surgem a todo instante e, aqui no Rio de Janeiro, temos a CPDA/OAB, Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil, assim como comissões da Alerj e Câmara Municipal. No Brasil são aproximadamente 3 milhões os animais abandonados nas ruas da amargura.  Contudo, estamos nos fortalecendo para debelar o incêndio da omissão na defesa desta causa.

* Gilberto Pinheiro, jornalista, é defensor dos animais e ex-apresentador de programas de rádio web dentro da Universidade Candido Mendes.
 
 
 
   

Ética e legislação na defesa dos animais

Nacionais

 
Se é um animal sem autonomia, sem razão, a sociedade deve ser a defensora dos seus interesses enquanto ser que sente, sofre, e tem total direito à vida

José Cabral da Silva Dias

Em outubro, assistimos a invasão do Instituto Royal, em São Roque, por mais de 100 ativistas que levaram dali 178 cães da raça Beagle e sete coelhos usados em testes de produtos farmacêuticos. Os ativistas alegavam que os animais sofriam maus-tratos no laboratório. Não faltaram posicionamentos favoráveis e contrários à invasão, e os debates alcançaram a sociedade como um todo.
Se é ponto pacífico que animais sentem dor, as pesquisas científicas são submetidas a comitês de ética, além de seguirem normas do Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), que protegem o bem estar desses animais.
Testes em animais ainda são fundamentais em diversos casos, já que a experimentação de produtos farmacêuticos diretamente em humanos pode ser até letal. Segundo a Sociedade Brasileira de Biotecnologia, todos os medicamentos registrados na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), computam o uso de animais em seu desenvolvimento.

A Declaração Universal dos Direitos dos Animais diz em seu artigo 8º que: (a) a experimentação animal, que implica em sofrimento físico, é incompatível com os direitos do animal, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra; (b) técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.
No artigo 6º dos "Princípios Éticos na Experimentação Animal" ( do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal), orienta-se que devemos considerar "a possibilidade de desenvolvimento de métodos alternativos, como modelos matemáticos, simulações computadorizadas, sistemas biológicos "in vitro", utilizando-se o menor número possível de espécimes animais, se caracterizada como única alternativa plausível".

Já o artigo 7º dos "Princípios", orienta que os animais devem ser utilizados "através de métodos que previnam desconforto, angústia e dor, considerando que determinariam os mesmos quadros em seres humanos, salvo se demonstrados, cientificamente, resultados contrários".
A Lei nº 9.605, de 1998, conhecida como "Lei dos Crimes Ambientais", prevê detenção, de três meses a um ano, e multa, àquele que praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais, "ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos". A Constituição Federal, em seu inciso VII do Artigo 225, veda práticas que submetam animais à crueldade.
As orientações internacionais impõem a aplicação de meios alternativos à utilização de animais em laboratório, permitindo-os somente nos casos em que são absolutamente fundamentais. Mesmo assim, a prática de atos cruéis é devidamente punida nos termos da lei brasileira.

Mas em 2008, foi sancionada a Lei 11.794, conhecida como "Lei Arouca". Ela já nasceu defasada e com linguagem inadequada, tratando os animais como "coisas", como "materiais para uso", em um claro retrocesso ético para o país.
Em nenhum trecho da lei, há a menção explícita à utilização do princípio dos "3 Rs" internacionalmente estabelecidos desde 1959 como marco para a reflexão ética sobre a utilização de animais em pesquisa: replacement (substituição), reducement (redução) e refinement (refinamento).

Os "3Rs" prevêm a utilização de técnicas refinadas para diminuir a dor das cobaias, redução do número de animais para a pesquisa e substituição deles por métodos alternativos. Há a citação, na lei Arouca, que o número de animais empregados na pesquisa seja o mínimo necessário. Com boa vontade, vemos ali "1 R". Os outros dois não aparecem.

Urge melhorar a legislação, estabelecendo novos critérios para a pesquisa médica. Em uma República, onde o poder emana do povo e para o povo, o povo deve estar na base das discussões. A Lei deve promover uma integral transparência para a utilização de animais em testes, cabendo a todas as instâncias da sociedade, em especial ao próprio povo, fiscalizar e coibir abusos e maus-tratos.
Os ativistas podem se posicionar contra as empresas que utilizam animais para pesquisas de cosméticos, deixando de utilizar seus produtos. Já a área da medicina é mais complexa. Não se pode simplesmente parar de tomar um remédio ou barrar as pesquisas. O teste de fármacos para pressão arterial, por exemplo, demanda a utilização de animais, de organismos vivos inteiros, para medir a toxicidade da droga para outros órgãos. Mas devemos cobrar, sempre que possível, a utilização de métodos alternativos, como prevêem os códigos internacionais.

O sujeito da pesquisa deve ser respeitado sempre em sua integridade. Se é um animal sem autonomia, sem razão, a sociedade deve ser a defensora dos seus interesses enquanto ser que sente, sofre, e tem total direito à vida.

José Cabral da Silva Dias é advogado, professor de Direito Constitucional e Diretor de Faculdade ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )
 
   

SVB aciona CONAR e CRN-4 sobre propaganda enganosa da Friboi

Nacionais

 

Em outubro, a megaempresa pecuária JBS-Friboi começou a veicular um comercial em que uma nutricionista afirma que "carne é essencial". Em resposta ao ocorrido, a SVB acionou o Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (CONAR), o CRN-4 (Conselho Regional de Nutrição - 4ª Região) e enviou ofício à própria empresa.

Assista o comercial enganoso da Friboi em que uma nutricionista afirma que "carne é essencial"
 
O comercial veicula uma inverdade: a de que "carne é essencial". Quem transmite essa informação no vídeo é uma profissional da área (nutricionista), sendo que seu registro no Conselho Regional de Nutrição (CRN-4) aparece no vídeo. Conforme corroborado por inúmeras publicações acadêmicas e também por pareceres de instituições idôneas como a American Dietetic Association e o CRN-3, carne não é essencial - o que é essencial é proteína, mas esta pode ser obtida (em quantidade adequada) de diversas fontes de origem vegetal.
 
A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), alertada por um de seus associados, reagiu ao caso: registrou denúncia junto ao Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (CONAR), objetivando a suspensão da veiculação da campanha. Ao mesmo tempo foi enviado ofício ao CRN-4 solicitando providências a respeito da conduta inadequada da nutricionista em questão.
 
Além disso, a SVB enviou ofício extrajudicial diretamente à JBS S.A., empresa responsável pela campanha, solicitando esclarecimentos e retratação a respeito da informação enganosa, bem como a suspensão imediata da veiculação do comercial.

Clique para ver a cópia dos ofícios enviados:

   

Instituto Royal volta a ser invadido e depredado

Nacionais

 

Por iG São Paulo

Grupo de 40 pessoas encapuzadas rendeu três vigias, pichou muro, depredou carros e libertou camundongos

Cerca de 40 pessoas encapuzadas invadiram o Instituto Royal, em São Roque, na madrugada desta quarta-feira. De acordo com a delegacia local, o grupo rendeu três vigias e libertou camundongos, embora não os tenha levado.

Agência Brasil - Instituto Royal em São Roque (SP)

Agência Brasil - Instituto Royal em São Roque (SP)De acordo a delegacia, a invasão aconteceu às 3h. Munidos de facas, alicates e até machados, os invasores renderam três vigias, que, antes de terem os documentos roubados, sofreram a ameaça de serem queimados. O grupo pichou o instituto com as letras “ALF” e depredou três carros e uma moto.

A Polícia Militar foi acionada, mas não havia suspeitos quando a viatura chegou. Até o momento, ninguém foi preso.

Portas foram arrombadas para que o grupo tivesse acesso ao local em que eram mantidos ratos e camundongos, que foram soltos, mas não levados.

O instituto foi invadido pela primeira vez no dia 18 de outubro, ocasião em que 178 cães da raça beagle e alguns coelhos foram “resgatados”. Na semana passada, o laboratório anunciou o encerramento das atividades por "falta de segurança".

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-11-13/instituto-royal-volta-a-ser-invadido-e-depredado.html

   

Ativistas fazem nova invasão ao Instituto Royal e soltam roedores

Nacionais

 
Vigia disse à polícia que foi mantido refém por grupo de pessoas.
Laboratório diz que equipamentos foram quebrados e roedores, soltos.

Geraldo Jr. - Do G1 Sorocaba e Jundiaí

Paredes do laboratório foram pixadas pelos ativistas (Foto: Bianca Celoto/TV Tem)

Um grupo de ativistas fez uma nova invasão ao Instituto Royal, em São Roque (SP), na madrugada desta quarta-feira (13) e levou roedores que ainda estavam no local. Segundo o delegado Marcelo Pontes, um vigia do prédio relatou à polícia que cerca de 40 pessoas chegaram ao local por volta das 3h, usando máscaras e armadas com facas.

O laboratório, que usava cobaias em testes científicos, foi invadido pela primeira vez por um grupo de defensores de animais na madrugada de 18 de outubro. Na ocasião, os ativistas levaram todos os 178 cães da raça beagle que eram usados nos testes, além de sete coelhos. Os roedores permaneceram no local. Dezenove dias após a invasão, o laboratório divulgou o encerramento das atividades na cidade.

Janelas e veículos foram depredados (Foto: Bianca Celoto/TV Tem)

Medicamentos ficaram espalhados pelo chão (Foto: Elisângela Marques/G1)Vigias disseram à polícia que foram mantidos reféns enquanto os invasores, que estavam mascarados, entraram no prédio. Os seguranças relatam, ainda, que foram agredidos e roubados pelos invasores. Eles foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Sorocaba pela manhã para fazerem exame de corpo de delito. Ninguém foi detido.

De acordo com informações da assessoria de imprensa do Instituto Royal, os ativistas quebraram vários equipamentos, carros da empresa e dos seguranças e levaram cerca de 300 roedores, além de documentos e computadores. O Instituto Royal não informa quantas pessoas ainda trabalhavam no local após o encerramento das atividades.

No momento da invasão, segundo o laboratório, três seguranças estavam no local.

Grupos ativistas publicaram e compartilharam fotos da nova invasão em redes sociais. A polícia vai tentar identificar os envolvidos. O Instituto Royal registrou um boletim de ocorrência por conta da invasão.
 
Janelas e veículos foram depredados (Foto: Bianca Celoto/TV Tem)Entenda o caso

O Instituto Royal ficou conhecido em todo o país após ter sido invadido por ativistas na madrugada de 18 de outubro. Todos os cães da raça beagle que eram usados no laboratório foram levados. Os ativistas acusavam o laboratório de maus-tratos, o que instituto nega.

A invasão acendeu o debate sobre o uso de animais em testes científicos em todo o país e motivou uma investigação sobre as práticas adotadas pelo laboratório.
 
 
 
 
 


MAPA royal (Foto: Editoria de Arte / G1)
 
 
Dos 178 cães levados, quatro foram localizados abandonados na região de São Roque. O quinto cão foi resgatado pelo próprio Instituto Royal, por meio de uma ordem judicial, após o laboratório descobrir pelas redes sociais que o animal estava em uma casa, em Valinhos (SP). Inicialmente, o instituto alegou que resgatou o animal por conta de um anúncio de venda em um site da internet, mas depois voltou atrás e informou, apenas, que o animal pertence ao laboratório e, por isso, foi resgatado.

Um acordo firmado entre a Polícia Civil e a Comissão de Proteção aos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Sorocaba (SP) em 29 de outubro determinou que todos os beagles encontrados e devolvidos sejam levados a três ONGs que cuidam de animais em Sorocaba.

http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2013/11/instituto-royal-relata-nova-invasao-em-sao-roque.html
   

Coelhos lotam parque e podem virar comida para animais de zoo no DF

Nacionais

 
Proliferação ameaça equilíbrio ambiental e preocupa o governo estadual.
Possível destino dos bichinhos espanta e revolta moradores de Brasília.

Ninguém sabe como eles foram parar no parque. De repente, coelhos surgiram na área central de Brasília.
“Seis animais foram colocados inicialmente. A multiplicação é uma progressão geométrica. Hoje em dia não tenho a menor ideia de quantos tem”, conta o morador Raphael Rios.

Em pouco tempo, os bichinhos viraram a atração da criançada. Enquanto a menina dá a cenoura, o pai fotografa. “Bem bonito”, diz a pequena.
“Por enquanto é uma atração para as crianças. Uma coisa diferente, que rompe essa rotina do dia a dia”, avalia o pai.
Só que a administração do parque vê o surgimento dos animais como um problema. A lei não permite animais exóticos em uma unidade de conservação.

“Existe também um problema ligado ao hábito das pessoas alimentarem esse animal, e esse alimento não só o coelho vai consumir, mas ele também vai despertar o interesse de outros animais que não são de interesse da sociedade: proliferação de ratos”, afirma Edeon Vaz, responsável pelo parque.

Preocupado com o aumento descontrolado do número de coelhos, o governo do Distrito Federal decidiu recolher os animais. Se ninguém quiser adotá-los, eles vão ser exterminados.
“Esses coelhos vão ser coletados, existem várias destinações, uma delas o próprio Jardim Zoológico. Eles vão servir de alimentos mesmo para felinos e outros animais”, explica Vaz.

A notícia surpreendeu os moradores. “É um destino um pouco cruel”, diz um morador.

A idéia de exterminar os coelhos chegou a causar revolta. “De jeito nenhum. Eles ficam aqui com as crianças, brincam à beça com as crianças”, afirma outra moradora.
“Eles são fofinhos e a gente queria dar comida para eles”, diz um menino.

A operação de retirada dos coelhos ainda não tem data marcada, mas deve ocorrer até a semana que vem.
A direção da Zoonoses, órgão que vai recolher os coelhos, informou que o destino dos animais ainda não está definido, mas que eles devem mesmo ser entregues à administração do zoológico – que não tem jaula para coelhos.
 
   

Universidades britânicas mataram 1,3 milhão de animais em testes em 1 ano

Internacionais

 
Mais de um milhão animais foram mortos em pesquisas realizadas por 44 universidades do Reino Unido entre julho de 2012 e 2013; ratos foram 73%

Universidades do Reino Unido causaram a morte de 1,3 milhão de animais no período de um ano em pesquisas médicas e veterinárias. Os dados foram revelados com base em uma lei britânica sobre liberdade de informação e divulgados em uma série de reportagens de jornais feitas por estudantes. As informações são do Daily Mail.

Entre os animais mortos estão quase um milhão de ratos, 124 macacos, 10 cachorros e seis emus (a maior ave nativa da Austrália), em testes realizados por instituições de ensino superior e centros de pesquisa. Universidades prestigiadas - como Oxford e Cambridge - estão entre as maiores responsáveis pelo sacrifício dos bichos, e a Universidade de Edimburgo figura no topo da lista, com 226,341 mortes.

Centenas de milhares desses animais foram sacrificados em aulas de vivissecção: 226 mil peixes, 50 mil sapos e 4,250 mil pássaros morreram dessa forma. Em comparação, pesquisas em busca de cura para o câncer levaram à morte de 40,248 mil animais em um ano em Londres. Com a divulgação desses números, ativistas dos direitos dos animais expressaram "repugnância" quanto à quantidade de cobais mortas em pesquisas no país.

"Testes envolvem forçar roedores a ingerir fumaça tóxica de combustível para investigar seus efeitos nocivos e causar altos níves de estresse em filhotes para verificar se isso provoca problemas de saúde mental na idade adulta", disse Michele Thew, CEO da União Britânica pela Abolição da Vivissecção. Ela afirmou ainda que a população está envolvida na "ilusão de que os experimentos são fundamentais para a saúde humana", mas que isso está longe da verdade.

A solicitação dos dados sobre pesquisas com animais foram encaminhadas a 132 universidades e institutos. Das 44 universidades que responderam, o total de 1,3 milhão de animais morreu entre julho de 2012 e julho de 2013, sendo que os 73% das mortes corresponderam a ratos.
   

Deputados do DF criarão frente parlamentar em defesa dos animais

Nacionais

Anúncio foi feito nesta quinta-feira em audiência pública na CLDF


Parlamentares anunciaram frente que cuidará dos direitos dos animais, como esta gatinha que teve os olhos arrancados por um menino de 11 anos - Reprodução / TV Record Brasília

A falta de políticas públicas em defesa dos animais e, também, o descumprimento das leis federais de proteção foram denunciados por participantes da audiência pública que a CLDF (Câmara Legislativa do Distrito Federal) realizou na manhã desta quinta-feira (7), no plenário, para debater os direitos dos animais. A iniciativa foi do distrital Joe Valle (PDT), que aproveitou o evento para anunciar a criação da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, integrada pelos 24 deputados da Casa.   

Valle anunciou que a nova frente parlamentar vai buscar "eliminar", no âmbito do DF, todas as formas de exploração de animais, como a caça, por exemplo.   

— O bem-estar também inclui financiamento e gestão de abrigos para animais e a manutenção e aperfeiçoamento da legislação existente.  

O abandono e os maus tratos a animais também foram criticados por Simone Lima, representante da Associação Protetora dos Animais Domésticos. Ela lamentou a superpopulação de animais domésticos no DF e o abandono de muitos deles, nas ruas ou unidades públicas, como a Central de Zoonoses.   

— Recebemos diariamente várias denúncias de maus tratos e abandonos, mas não temos a quem recorrer, pois não há entidade pública que garanta a proteção dos animais.  

De acordo com os números apresentados pelos protetores dos animais, estima-se que existam hoje no DF 510 mil cães e 170 mil gatos.   

A deputada Eliana Pedrosa (PPS) ressaltou, ao manifestar apoio aos militantes presentes, que pesquisas já comprovaram que a companhia de cães e gatos ajuda as crianças a se socializarem melhor, contribuindo também para a cura de doentes. Ela propôs que hospitais do DF adotem a prática do Instituto do Câncer, de São Paulo, que permite aos pacientes em tratamento nas unidades de saúde receber a visita de seus animais de estimação.
 
   

O FNPDA estará participando da IV Mostra Internacional de Cinema pelos Animais com o filme "Rodeio - De que lado você está?"

FNPDA


 
 
Animais em pesquisas, em cativeiro e abandonados são alguns dos assuntos abordados no maior evento de cinema com temática animal do Brasil

Os filmes que serão exibidos durante a IV Mostra Internacional de Cinema pelos Animais – Mostra Animal 2013, que acontece durante os dias 30 de novembro e 1º de dezembro, na Cinemateca, em Curitiba, já foram selecionados. A Mostra é um dos maiores eventos de cinema do mundo voltado inteiramente para discutir os direitos dos animais.

Foram 21 filmes selecionados, entre curtas e longas brasileiros, além de produções dos Estados Unidos, França, Portugal, Holanda e Canadá. A maioria dos filmes estrangeiros é inédita no país e serão traduzidos para o português especialmente para o evento.

Entre as temáticas das produções selecionadas estão os diversos aspectos do relacionamento entre o homem e o animal, como o vínculo de amor entre os cães e seus tutores, o ativismo para a causa animal, o uso de animais na ciência, a manutenção de animais em cativeiro e a polêmica questão de animais utilizados para consumo. Outros temas presentes nas produções selecionadas são a preservação e a beleza da natureza e dos animais silvestres, com destaque para o premiado e artístico documentário “Cerrado – Além da Névoa” e do curta “Êta, bicho-homem...”, que foi produzido com a ajuda de crianças em trabalho da ONG Animare.

Além da exibição dos filmes selecionados, acontece a exibição do documentário que foi homenageado com o Oscow 2012, “Peaceable Kingdom”, que devido ao sucesso do ano passado será reprisado nessa edição. O filme é considerado um dos melhores já produzidos sobre o tema e mostra que qualquer pessoa pode mudar e refazer suas escolhas.Será destaque também, principalmente após os acontecimentos contra o Instituto Royal em São Roque, o inédito longa francês A.L.F., que através de uma história baseada em fatos reais relata a invasão de ativistas a laboratórios de pesquisas que usam animais.

São diversos os diretores e produtores, nacionais e internacionais, que já confirmaram presença para bate papos com o público. Durante o evento acontecem, ainda, a venda de alimentos e produtos sem origem animal e sessão de autógrafos com Ricardo Laurino, que é o coordenador da Mostra Animal e autor do livro “O Último Teste”. A Mostra contará também com a presença de diversos diretores e produtores nacionais e estrangeiros. Alguns dos nomes já confirmados são o norte-americano Tim Gorski (Como eu me Tornei um elefante) e o australiano Christian Spencer (Cerrado - Além da Névoa).

Sobre a Mostra Animal
A Mostra Animal é um evento organizado pela SVB - Sociedade Vegetariana Brasileira em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura da Cidade e apoio de empresas e ONGs como ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais, CNA - Curitiba/Boa Vista, ViSta-se, Guia Vegano, Semente de Girassol – Produtos Veganos, ElephantVoices, www.veganismo.com e patrocinado pelo Hotel Maribú – pousada rural, Surya Brasil e Cativa.


Serviço
4ª Mostra Animal 2013
Data: 30 de novembro e 1º de dezembro de 2013
Local: Cinemateca (Rua Carlos Cavalcanti, 1174. Curitiba-PR)
Horário: 14h às 21h45
Entrada gratuita
Mais informações: www.mostraanimal.com.br

Confira outros filmes selecionados para a IV Mostra Animal:


CURTAS:

Luto
(Curitiba, Brasil, 2012)
Duração: 4’50
Diretora: Fiori Vonière
Site: www.resgateseuamigo.com.br
Sinopse: Uma tentativa de se reconstruir após a perda de alguém muito importante

Êta, Bicho Homem...

(Minas Gerais, Brasil, 2013)
Duração: 1’07’’
Diretor: Marcelo Branco
Site: www.animare.org.br
Sinopse: O progresso insustentável do ser humano sob o olhar de uma onça-pintada. Produzido em uma Oficina F7 de Animação 2D por crianças e jovens do Instituto Politriz, em Uberlândia/MG.

Libertemos: não, nem peixe!
(São Paulo, Brasil, 2013)
Duração: 1’02’’
Diretor: Matheus Croco
Site: www.equipepatadecapivara.com.br
Sinopse: Imagine seu mundo sendo tirado de você. Família, amigos e tudo o que o cerca sumindo tão rápido, que agarrado à última esperança de tê-los novamente, você lute pela vida de forma frenética. Já parou para refletir sobre a pesca esportiva?

A Baleia Jubarte
 (Espírito Santo, Brasil, 2013)
Duração: 3’30’’
Diretor: Alexandre Augusto Campanel
Site: www.campaneli.com.br
Sinopse: A animação conta a história de uma baleia jubarte que vivia feliz até o dia em que fica presa em um monte de lixo jogado no mar pelos seres humanos.

Nossa Mocinha: Um Diário para a Eternidade
(São Paulo, Brasil, 2013)
Duração: 3’12’’
Diretores: Julia Bobrow e Daniel Guth
Site: www.facebook.com/diariodamocinha
Sinopse: Mocinha é uma cachorra que ficou tetraplégica em decorrência de uma doença degenerativa. Seu tempo de vida estimado era de três meses a partir dos primeiros sintomas. Viveu 10 anos intensos e felizes ao lado de seus tutores.

Números
(São Paulo, Brasil, 2013)
Duração: 1’42’’
Diretores: Amanda Justiniano e Fernanda Ligabue
Site: www.naomate.org
Sinopse: Todos os dias milhares de animais morrem vítimas da exploração. Os que aparecem no vídeo foram resgatados do tráfico, maus-tratos, abandono, prestes a serem assassinados para consumo ou em razão da incompetência de órgãos ambientais no Brasil. Estão hoje em um santuário, livres do sofrimento anterior, porém representam uma parcela ínfima, mas você pode mudar esses números.

Você tem escolha
(São Paulo, Brasil, 2013)
Duração: 1’10’’
Diretores: Amanda Justiniano e Fernanda Ligabue
Site: www.naomate.org
Sinopse: Imagens de matadouro no interior do Pará, onde animais aguardam seus destinos temendo a aproximação humana (não tem cenas de abate). No Brasil, mata-se um boi a cada segundo. Por meio de escolhas conscientes, você pode mudar essa realidade.

O Maître (Le Maître)
(França, 2013)
Duração: 2’18’’
Diretores: Gustavo Teixeira e Alejandro Tobón
Sinopse: Em uma noite fria de Paris, um mendigo sai pelas ruas atrás de uma refeição.

O Cão
(Rio Grande do Sul, Brasil, 2011)
Duração: 9’39’’
Diretores: Abel Roland e Emiliano Cunha
Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Sinopse: Um cão late. Um casal discute, uma família se desentende, irmãos ensaiam, amigos jogam futebol. O insuportável exercício de conviver.

O Pé de Picanha – O Caipira
(São Paulo, Brasil, 2013)
Duração: 6’
Diretor: Ricardo Honóri
Site: www.vegtv.com.br
Sinopse: O filme, com bom humor, mostra a vida de um caipira da roça acostumado às tradições até que um dia ele se depara com a sensibilidade do animal que ele vai matar para fazer um churrasco. Quando ele percebe a cena, prefere ser forte e quebrar as tradições.

O Último Dia de Rocky (Rocky's Last Day)
(Canadá, 2013)
Duração: 2’48’’
Diretora: Aud Fischer
Site: www.youtube.com/user/CreekValleyCritters
Sinopse: A pequena camundongo Pippi exibe uma incrível visão e carinho para com seu companheiro Rocky durante a doença final dele, mostrando que camundongos possuem empatia.

MÉDIAS E LONGAS

A.L.F.
(França, 2012)
Duração: 96’
Diretor: Jérôme Lescure
Site: www.alf-themovie.com
Sinopse: Olivier Chartier, um policial francês, tem que descobrir o que aconteceu na véspera do Natal: Franck, um professor de teatro insignificante, foi colocado em prisão preventiva. Franck é membro de um grupo sem líder: a Frente de Libertação Animal. Para eles, quando a linha da razão é cruzada, você tem que esquecer o que é legal para fazer o que parece ético.

A Testemunha (The Witness)
(EUA, 2000)  
Duração: 43’44’’
Diretor: Jenny Stein
Site: www.tribeofheart.org
Sinopse: Como é que um empreiteiro de construção de um bairro difícil do Brooklyn tornou-se um apaixonado defensor dos animais? Nesse premiado documentário, Eddie Lama conta, com humor e sinceridade, a história de sua notável mudança de consciência.

Como me tornei um Elefante (How I Became an Elephant)
(EUA, 2012)
Duração: 82’
Diretor: Tim Gorski
Site: www.howibecameanelephant.com e www.rattlethecage.org
Sinopse: Quão longe você iria para salvar uma espécie? O filme segue uma garota de 14 anos da Califórnia em sua missão de salvar o maior mamífero terrestre do mundo. Uma jornada que a leva ao outro lado do mundo e frente a frente com os gigantes gentis que ela pretende salvar.

O Resgate de Antuak
(São Paulo, Brasil, 2011)
Duração: 42’40’
Diretor: Matheus Croco
Site: www.ranchodosgnomos.org.br e www.equipepatadecapivara.com.br
Sinopse: Operação de resgate de mais um animal (leão) feito pelo santuário ecológico Rancho dos Gnomos. Traz cada passo deste emocionante resgate.

Os Fantasmas na nossa Máquina (The Ghosts in our Machine)

(Canadá, 2013)
Duração: 92’
Diretor: Liz Marshall
Site: www.theghostsinourmachine.com
Sinopse: Animais estão escondidos nas sombras de nosso mundo altamente mecanizado.. Através do coração e lentes da aclamada fotógrafa de animais Jo-Anne McArthur, nos tornamos intimamente familiares com os animais retratados.

Manducare
(Portugal, 2012)
Duração: 30’
Diretor: Pedro Serra
Site: www.facebook.com/manducare2012
Sinopse: Manducare é comer em latim. Conseguimos nós, ver para além do que está no prato? Vegan, vegetariano, omnívoro e dieta do tipo sanguíneo. Quatro pessoas com estilos de vida diferentes, mas com um mesmo objetivo: o bem comum.

Companheiros de Ninguém (Companions to None)

(EUA, 2007)
Duração: 72’
Diretor: Bill Buchanan
Site: www.companionstonone.com
Sinopse: Revela as causas, natureza e extensão da superpopulação de animais de companhia e a crise de abuso no México, bem como as forças que mantêm essa situação e atrasam a solução fundamental: esterilização. Lança um olhar gráfico sobre as consequências da superpopulação nas centenas de milhares de cachorros e gatos abandonados.

O Partido Para os Animais (De Haass in the Marathon)
(Holanda, 2012)
Duração: 52’23’’
Produtor: Joost de Haas
Site: www.ngpf.nl e www.dehaasindemarathon.nl
Sinopse: Em outubro de 2002 – pela primeira vez na história – um partido político foi fundado sem ser baseado em políticas antropocêntricas. O documentário mostra a trajetória de 10 anos do partido holandês e a recepção do público – passada e presente – desse movimento político pioneiro, na ciência, política e mídia.

Cerrado – Além da Névoa
(Rio de Janeiro, Brasil, 2013)
Duração: 25’
Diretor: Christian Spencer
Site: www.christianspencer.pro.br
Sinopse: O filme leva o espectador a um dos mais belos e menos conhecidos ecossistemas do mundo, localizado no Brasil central.

O Reino Pacífico: Jornada Rumo ao Lar (Peaceable Kingdom: The Journey Home)
(EUA, 2012)
Duração: 78’
Diretor: Jenny Stein
Site: www.tribeofheart.org
Sinopse: Abra seus olhos. Confie em seu coração. Faça a jornada. Cinco fazendeiros, uma oficial de proteção animal, um protetor e uma vaca chamada Snickers farão você rir, chorar, expandir sua consciência e desafiar o que você pensa sobre a pecuária. O premiado documentário é uma história fascinante de transformação e cura.

   

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